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03 outubro 2014

What is a man?



The Avatar - Legend of Korra. Uma série de animação que recomendo. Muito.

Tão boa, que até um dos "vilões" da série diz que coisas que nos fazem pensar se ele não terá mesmo razão... e fica a dúvida... afinal quem tem razão... afinal, quem é o vilão? 

Eu sei, só porque uma pessoa diz coisas acertadas e que fazem sentido, não quer dizer que seja boa pessoa. Acredito que haja muita gente a dizer coisas muito bonitas e acertadas, mas onde as ações são completamente deturpadas e que magoam terceiros. 

Mas mesmo assim, esquecendo isso... aquelas palavras ecoam pela minha mente há semanas "What is a man, if his chief good and market of his time be but to sleep and feed?"

04 setembro 2014

Prioridades.

Eu não pretendo julgar ou apontar defeitos, apenas pretendo chamar a atenção ou fazer pensar no assunto, pelo menos. Dito isto posso começar.

Quantas pessoas sabem o tempo que conseguem correr à velocidade máxima, até não aguentarem mais?
Quanto tempo aguentam sem respirar?
Como respirar corretamente de acordo com a temperatura do meio ambiente e/ou da situação em que se encontram?
Quando têm fome, que tipo de alimento está o corpo a pedir, hidratos, proteínas, gordura, açucares simples?
Quantas pessoas conhecem todas as sensações que o nosso corpo/mente pode sentir? Ou ficamos apenas pelo comer,dormir e sexo?

E agora, quantas pessoas sabem quem ganhou o mundial? Quem foram as pessoas que tiveram as fotos privadas expostas ao público? Como está a decorrer a ''série do momento"?

Eu não sei... posso estar a exagerar. Mas enquanto caminhava do laboratório até casa pensei sobre isto, que há assuntos que deviamos saber pois o nosso bem estar ou até a nossa vida pode depender desse conhecimento que temos. Este é o nome corpo, é onde vamos ''passar'' a nossa vida. Deviamos conhece-lo bem. Muito bem. Assim como a nossa mente. Deviamos ser críticos o suficiente para saber como pensamos, onde estão as fraquezas, onde deslizamos e também onde somos reis.

Mas mesmo assim, usamos o PRECIOSO tempo em coisas que não ajudam muito no nosso desenvolvimento. Dormimos demais, descansamos pouco, muito pouco. Deixamos a moda/anúncios e afins ditar como, quando e o que devemos fazer para relaxar. Permitimos que a t.v. nos diga o que é saudável comer. E o que fazemos, diáriamente, para sermos o melhor que podemos ser? Para sermos conscientes do que fazemos e pensamos.

Já imaginaste todo o potêncial que tens, tudo que está contido dentro de ti... fechado. Estás à espera de algum momento especial para o expressares? Para te expressares? Talvez ''amanhã'' pois amanhã sempre será outro dia... (sabes bem que te estás a enganar com o amanhã, o amanhã é uma desculpa para o que não queremos enfrentar agora).
Imagina por uns momentos, imagina que tens um potêncial dentro de ti capaz de fazer coisas que consideras impossivel. Imagina que consegues realizar sonhos que já tiveste. Imagina que és capaz de fazer tudo que realmente queres fazer?

Imagina que não tens que imaginar tudo isto e que isto tudo é mesmo verdade. O que vais agora em relação a isso?

Sê feliz.
Paul

15 julho 2014

anúncios e afins

Why we take so much care to who cuts our hair or take care of our nails... but care nothing about who feeds or what is fed to our soul, heart and unconscious.

Somos bombardeados diariamente com anúncios, tanto na tv como na rádio... aliás, em quase qualquer parte hoje em dia. Cada anúncio, cada relato... tudo isto é um tipo de influência. Talvez um pouco mais subtil e claro, sem nunca mostrar tudo que se pretende, para que o nosso cérebro possa preencher cada meticulosa falha e desta forma podermos assumir que as ideias que geramos, são de facto nossas. Quando na realidade apenas preenchemos os espaços vazios com o quer era esperado. 

Todos os dias. Cada momento que passa é repleto com informação, especialmente para quem vê tv ou ouve rádio. Cuidado, não estou a dizer que o façam, claro. Mas prestem atenção à informação que recolhem. Ainda se lembram que anúncios viram no intervalo daquilo que estavam a ver? Não? Acreditem que o vosso cérebro viu e armazenou na memória. Isto claro, se o anúncio passar várias vezes. Mas os anúncios nunca tendem a ser repetitivos, certo? Nunca passa o mesmo anúncio vezes e vezes sem conta. Por exemplo, como se houvesse alguém na sociedade "desenvolvida" que já não conhecesse o que é o MacDonalds... até reconhecem o logo numa noite escura. Mas mesmo assim continuam a publicitar vezes e vezes sem conta. Porque será?

Agora, mesmo que não concordem com estas ideias. Entretenham-me durante uns momentos. Imaginem que são mesmo verdade e concordam que estamos de facto a ser constantemente influenciados a comprar x ou y. Voltem uns anos atrás, até à vossa infância. Lembram-se de ver tv? Se já há algum tempo que estão por cá... de certo que já passaram serões ou manhãs a ver filmes e séries diversas. Com anúncios pelo meio. E ar

éramos tão novos que nem imaginávamos que talvez os anúncios e os mesmos filmes/séries estavam a criar em nós algo... a depositar condições ou expectativas. Aliás, permitam-me expandir esta ideia aos livros e manuais escolares, pois seria injusto se eu não o fizesse. Retomando. Estes livros, filmes, séries, músicas e anúncios quando são expostos a uma mente que não se apercebe do que está a acontecer, pode estar a sofrer a imposição de condições. Observando formas de lidar com situações ou como é esperado agir em determinadas situações, levando-o a tomar uma decisão numa situação onde poderia optar por inúmeras situações paralelas. Mas devido a imposições observadas anos e anos atrás, que se enraizaram no subconsciente e agora não se destingem do que é da pessoa ou do que é imposto por um filme ou livro.

Mas isto também leva ao que é na realidade mesmo nosso ou imposto. Mas nisto apenas digo que devemos ser senhores do leme e escolher o que permitimos que nos influência. E não ficarmos à maré daquilo que os outros consideram correcto. 

Tenho mesmo saudades de escrever por aqui...

10 junho 2013

Continuamos a aprender.

Resolvi publicar um texto que escrevi há quase meio ano atrás. Foi num momento que não me devo esquecer.


"E pronto, mais uma fase que chega ao fim. Não da maneira que tinha planeado... ou que estava à espera. Infelizmente pelo pior. Criamos planos a pensar que com motivação, conhecimento e muita força de vontade conseguimos realizar tudo, mas há sempre alguma coisa que escapa à equação. Mesmo que não seja da nossa parte, acaba por haver alguma coisa que nos atinge. E a Vida sabe bem dar os seus socos. Deixa-nos de rastos. E eu a pensar que já tinha passado por muito... enfim. 


Tentamos seguir o que queremos, começamos a ficar sem muitas possibilidades, o dinheiro começa a escassear e começamos a agradecer pelas boas oportunidades de jejum. Assim, quando voltamos a comer, sempre valorizamos mais a comida e a benção que é poder comer e ter uma refeição quente. Aumenta a empatia por quem está na rua e implora por comida. Tentamos tudo que podemos, direccionamos toda a atenção e energia para conseguir sair da situação e colocamos algumas coisas de lado que nunca deviam ser colocadas de lado. Amigos, família, bem-estar físico e mental. 

Reduzi drásticamente a quantidade de desporto que fazia, passei de treinar quase todos os dias, para uma ou duas vezes por mês, acreditava que esse tempo podia ser usado para pesquisar por oportunidades de trabalho. Idiota. E com a falta de treino o corpo vai enfraquecendo... já não estamos plenos, apertamos mais um buraco no cinto. 

Não estou a queixar-me da situação, haverá pessoas em situações piores, mas custa. Só isso. Ao fim de dedicar-me com sangue, suar e lágrimas para me formar, tive que tirar essa formação do CV para arranjar trabalho. Mas nem assim. 

E vou respirando fundo, dando graças por ainda ter forças para sorrir. Por ainda manter uma boa disposição e optimismo que me mantém a lutar. Por descobrir que quando a comida falha, quando a motivação cai... quando tudo abana... fico contente por estar a seguir a minha paixão, pois é o meu coração quem realmente me dá força para continuar. Estou grato pela família que dá apoio inquestionável, a namorada com a sua alegria contagiante e força que atiça a chama para lutar, pelos amigos que conversam e ouvem desabafos. E destes amigos, posso dizer que tenho feito de todos os géneros, alguns dos mais recentes, fiz na rua. Como não tenho dinheiro para dar aos mendigos, dou atenção. Falo com alguns e escuto... alguns tornam-se amigos. Já não pedem dinheiro, mas chegam, apertam a mão e metem conversa. Posso não lhes ter dado dinheiro, mas fiz amigos. E estes amigos que já me viram passar na rua um pouco para o triste e gritam "Então amigo, que é isso? Vá, Força." ... é fantástico. Alguém que não sabe quando será a próxima refeição, que dorme sem um tecto, debaixo de uma ponte, encontra forças e tem uma forma de viver que lhe permite motivar os outros a ser felizes e a Viver.

Vou aprendendo. E foi das últimas coisas que aprendi no Porto. Que ser orgulhoso e ter vergonha é idiota, é parvo e não faz sentido. Sim, talvez o orgulho de realizar uma tarefa possa ser bom, sentimo-nos bem por ter realizado o que fizemos... chamem isso de orgulho. Eu chamo de satisfação pelo trabalho. E a vergonha... coisa parva esta. Sentirmos vergonha de ainda não termos atingindo o que queremos, de ter medo de dizer que temos dificuldades... a vergonha, essa coisa que nos leva a sofrer e não procurar ajuda. Isto afasta-nos, estreita a ligação com as pessoas. E há pessoas que não merecem que as ligações que temos, sejam fragilizadas. Merecem honestidade e o melhor de nós. E assim vou aprendendo, a vida não dura para sempre... convém não errar muito... mas com os erros vou aprendendo. Vou conhecendo-me melhor e aos que me rodeiam e com esta informação, vou fortalecendo o meu carácter ou melhorar onde posso. Convenço-me que tenho que ser mais forte, mais esperto... mais tudo. Que consigo e vou conseguir. Apenas o trajecto é um pouco acidentado, talvez por ser pouco percorrido... não sei. 

Foi um desabafo... apenas isso."

Escrito em Dezembro de 2012.



E assim escrevi o último texto antes de fazer as malas. Não encontrava emprego e nem sequer vou falar no saldo que estava a negativo. 

Já estava mentalizado que ia embora. Fiz as malas, empacotei livros, folhas e memórias. Até que recebi um telefonema. Uma das entrevistas de emprego para uma bolsa de investigação. Foi escolhido. Não vou entrar em pormenores sobre o que senti neste momento... Mas a melhor forma que tenho para o expressar é através de uma cena de um filme "The pursuit of Happiness", com o Will Smith... no momento em que lhe oferecem o emprego. Agora que revejo o filme, valorizo o papel que ele desempenha e sinto-o... no coração. Basta isto para expressar o que senti.

Para quem ainda está à procura, para quem está num estado onde desistir é a "opção mais sensata"... não o façam. Sim, custa... e por vezes temos que fazer coisas que podem não estar nos nossos planos. Mas não parem de lutar pelo que querem. Aguentem mais um pouco... só mais um pouco. Isto custa dizer porque... porra, custa mesmo dizer... mas algumas paredes existem para sabermos exactamente o quanto queremos uma coisa.

Tinha planos de escrever mais sobre isto, mas por agora não dá. Tenho que voltar ao jantar e voltar ao trabalho. Tenho escrito pouco no blog... estou a tentar encontrar outras formas para escrever o que sinto, tenho saudades. Daí estar a escrever um livro. Sempre que posso aponto ideias e escrevo mais um pouco. Vai crescendo aos poucos. Entretanto estou a aprender um pouco mais sobre podcasts. Dá jeito... quem sabe em breve poderei publicar alguns.

Por agora fica aqui um abraço a todos, um daqueles abraços especiais que nos aquecem. Obrigado por lerem o que escrevo e pelos comentários.

Sejam felizes e lutem, caraças, LUTEM PELO QUE ACREDITAM.

28 dezembro 2012

correntes.


Quantas vezes já me senti assim? Não faço ideia. Mas o "assim" é aquele sentimento de estarmos num poço, de estar na lama sem conseguir mexer. Para quem já esteve com as pernas na lama até aos joelhos, sabe bem o que é estar por lá. Não damos conta que estamos presos até nos tentarmos mexer. Há ocasiões em que isto acontece, estamos tão "habituados" a uma situação ou estilo de vida, que quando é preciso mexer ou mudar, reparamos que estamos na verdade presos. Agarrados a um estilo, a um conjunto de ideias sobre como a vida deve ser. Por isso é que é necessário sair da rotina, abanar a vida até tudo que pode cair, cair. E apenas resta o essêncial.

Daí ser tão importante mudar rotinas, escolher outro caminho ou outra forma de expressar ou fazer as coisas, para perceber que não estamos presos, que somos livres. Nem que seja livres no pensamento. Que somos nós a construir a nossa vida, a construir os nossos pensamentos e que não estamos simplesmente a aceitar tudo que entra na nossa mente, sem sermos específicos. 


Conseguem reparar nalguma "corrente" que vos prende a algo?
Vamos lá largar as correntes em 2012 e usar 2013 como desculpa para começar novas atitudes, novas formas de reagir e agir. A decisão é, como sempre foi, nossa.

08 dezembro 2012

Um frio diferente.

Na noite de Sexta-feira para Sábado, por volta das 2am, estava a voltar para casa depois de ir a um concerto de jazz. Estava frio, não era aquele frio glaciar, não, estava apenas o frio de uma noite normal de inverno.

A determinado momento, enquanto caminhava e conversava, reparo em algo no chão que mexeu comigo. Não estou a falar daquelas emoções que se sentem no momento e depois passam... estou a falar daquelas emoções que nos dominam, que vão desenterrar os sentimentos mais profundos que possamos ter; vai até aos ossos e desfaz toda e qualquer defesa. Já vou explicar o que vi, mas antes disso queria que a imagem que vi segundos antes fique bem explicita: Várias pessoas a passear pela rua, a conversar e a passear, vá, iam na sua vida caminhando calmamente. Ok, o que vi foi tremendo e ainda hoje, enquanto estava à espera à porta do pingo doce, revi essas imagens e não pude conter algumas lágrimas. 

O que vi: enquanto passeava e caminhava, olhei para o lado e vi um sujeito deitado no chão. Embrulhado num cobertor, deitado em cima de outro cobertor que o separava do chão frio. Doeu só de ver. E iamos passando por aquelas pessoas, como se nada fosse. Tentando não fitar, tentando não olhar durante muito tempo para não "incomodar" quem lá estava deitado.

Foi quando pensei: Em que ponto das nossas vidas é que se tornou normal andar na rua e passar por pessoas a tentar dormir no chão? Como é que isto se tornou "OK", como é que algo assim se tornou aceitável na nossa rotina? De que forma é que é normal passear à noite e ver pessoas a dormir no chão, ao frio, como se fossem parte da paisagem?

Não faço ideia o que aconteceu na nossa Vida, ou que desculpas continuamos a dar à nossa consciência para acreditar que neste momento estão pessoas que podiam ser nossos irmãos, irmãs, pais, avós... a dormir no chão, sem abrigo e ainda por cima com este frio. Sem alguém... sem uma mão amiga, uma palavra de conforto, uma bebida quente para ajudar a aquecer o corpo... nada. Enquanto penso nisto sinto a minha mente a invadir-me com desculpas: "é a escolha dessas pessoas", "há instituições que tratam deles", "não os podes ajudar a todos"... mas continuam a ser desculpas e eles, eles continuam a dormir no chão. E eu continuo a lutar, a tentar fazer algo da minha vida como se fosse a minha grande batalha, o meu grande prémio por estar vivo. E quando penso neles, sinto-me tão pequeno... penso como é que posso continuar a pensar no que quero, quando vivo sem ter em conta quem precisa de ajuda. E a pergunta volta... "Em que ponto da nossa vida é que passou a ser normal passear na rua e ver pessoas a dormir no chão?"

Uma coisa que aprendi é que a vida continua. Não importa o quanto queiramos que ela abrande, não importa se desaparecemos deste lugar ou ficamos fechados nos nossos problemas... a Vida continua. Independentemente se somos bons, maus, honestos, mentirosos, orgulhosos ou altruístas... a vida continua. E para nós como para "eles" a Vida irá continuar. Mas penso, será que não podiamos fazer algo, ajudar de alguma forma? Nem que fosse tornar isto algo inaceitável, algo tão revoltante como a violência doméstica. Algo que nos deixasse zangados, revoltados... e que não fosse mais uma coisa normal da nossa sociedade. Que não fosse uma paisagem "natural" na noite. Fico a pensar nisto enquanto adormeço, quando paro por uns segundos e relaxo... são pensamentos e imagens que regressam à minha mente. E volta a pergunta que ainda não sei responder:


Em que ponto da nossa vida, se tornou normal ver pessoas a dormir na rua e continuar com o nosso caminho. Como se estivessemos a passar por uma árvore?

26 novembro 2012

boa semana

Bom dia a todos =)

Espero que o fim de semana tenha sido bem passado.


Ia dizer para aproveitarem bem a semana... para agarrar cada momento, mas hey... isso já toda a gente sabe.


Sejam felizes. Só isso, façam o que vos faz feliz. E senão sabem o que é, não importa, fica a aventura para descobrir o que é. E é uma aventura que vale bem a pena participar.


Boa semana e sorriam =)

11 novembro 2012

keep it up.


Isto é fantástico, não vou estragar a surpresa, mas acreditem que vale a pena ver. Mesmo para quem não gosta de correr. Vejam. It's worth it =)


Tirem a moral que quiserem deste evento =)

10 novembro 2012

09 novembro 2012

No ponto.



Don’t ask yourself what the world needs. Ask yourself what makes you come alive and then go do that. Because what the world needs is people who have come alive.” 

- Howard Thurman

Na verdade não sei bem o que o mundo precisa, mas sei que isto é importante. Sinto que é importante. Quando não fazemos o que gostamos, quando não seguimos a nossa paixão, o que nos faz vibrar... cria-se um vazio... um espaço em vazio dentro de nós e depois tentamos preencher esse vazio com tudo e mais alguma coisa. Queremos mais de tudo e, inconscientemente, pensamos que ao ter "aquela coisa" ou ter "aquele momento" iremos preencher aquele vazio. Mas estamos errados, este é um espaço que apenas se pode preencher fazendo o que amamos. E para isso é necessário descobrir o que nos faz vibrar. O que nos atiça a curiosidade e a força de fazer mais. Dá trabalho, oh se dá. Mas vale a pena, pois uma vida, mesmo que curta, quando é vivida a lutar pelo que amamos, é uma vida que merece ser vivida.

Atenção: Isto aplica-se para sentirmos que a nossa Vida tem impacto, tem importância e que fizemos algo. Que realmente vivemos.
Realizar sonhos é importante, mas não é uma forma de obter felicidade, esta não deve ter uma causa ou fonte externa. Porque se for, então estamos tramados.


Bom fim de semana =)

06 novembro 2012

Keep it simple.


Olá seres que por aqui andam =)

Como já tinha dito há uns posts atrás, ando a aprender a viver com menos. Aproveitar mais a Vida e consumir menos. Comer menos e melhor, comprar menos e apenas o essêncial. Uma forma mais minimalista no que diz respeito a materiais, mas maximizando os sentimentos, as emoções e os momentos. E como Químico que sou, fortalecendo as ligações que unem o que é realmente importante =)

Acredito que não precisamos de tanto para ser felizes. Podemos fazer mais, com menos. No entanto isto puxa pela imaginação, força a nossa saída da área de conforto. Literalmente. Pensar de forma diferente ao que estamos habituados, experimentar novas coisas. Inovar, criar e ser mais criativo... AKA dá muito trabalho... Mas faz bem, oh se faz =)







Hoje fui correr bem cedo, e onde costumo treinar, encontrei muitas flores debaixo de uma árvore. Resolvi fazer uma surpresa a uma pessoa muito especial, alguém que faz o sol corar com o seu sorriso =)

Quando a Natureza partilha momentos fantásticos, é do nosso interesse saber aproveitar e agradecer por isso. 



Não é preciso muito para sermos felizes =)

02 novembro 2012

Vegan powers =P

www.google.com =P


Ontem, 1 de Novembro, foi dia mundial do vegan. Não sei porque fizeram um dia para os veganos... mas olha, que seja. Raramente falo sobre esta minha opção que já dura 7 anos, excepto quando perguntam. Falo sobre receitas e outras coisas boas de se fazerem, mas quanto ao promover a dieta em si, é muito raro fazer isso. Isto porque julgo que as pessoas não gostam que lhes fale nisso. Devemos fazer as nossas escolhas, mas não devemos impor as nossas escolhas nos outros. Dessa razão, apenas falo sobre o veganismo e o que me leva a viver assim, quando me perguntam e quando reparo que a pergunta é sincera e não traz "água no bico". Já levei com perguntas, onde apenas queriam mostrar o que acreditam em relação a esta dieta... mentes com julgamentos pré-concebidos que apenas querem encontrar ou criar situações onde podem justificar as suas escolhas... bahhh.


Mas, aproveitando o dia de ontem, faço algo que raramente faço e partilho uma palestra que adorei e que considero muito boa. Fica para quem tiver curiosidade sobre o assunto.


Por vezes penso senão devia "publicitar" mais estas opções e o porquê delas. Ainda por cima quando tenho experiência dos efeitos que têm na saúde física e mental. Será um caso a ponderar, mas nunca... NUNCA impor as minhas escolhas nos outros. Talvez um dia escreva o porquê de ter optado por esta forma de viver =)


Bom fim de semana =)



Ah, o tal vídeo:



Se quiserem, tem com legendas numa catrefada de línguas.

27 outubro 2012

22 ações ou serão acções?


Uma inspiração. É bom ver que ainda há pessoas assim, que lutam para mudar as coisas e que acreditam que conseguem mudar o mundo. Pessoas que vivem fora do seu umbigo.

25 outubro 2012

Respondam às pessoas.

Sobre a procura de emprego. É chato quando não conseguimos aquela posição ou cargo que gostavamos. Mas o que ainda piora a situação é não recebermos uma resposta. Enviar-mos uma candidatura e nem sequer um simples "Não." recebemos. Fica aquela dúvida que com o tempo percebemos que é uma certeza. Mas enquanto não passa esse tempo, não sabemos... e isso, acreditem, que é MUITO chato.


Existe uma função na maioria dos serviços de mail com o nome "Responder a todos", onde podem clicar e escrever: "Não foram seleccionados para a função em questão.", retirar o nome do seleccionado e enviar. Simples e evita muita dor de cabeça. Era bom que fizessem isso.

Mas de vez em quando, alguém tem o tempo e a dedicação para dar uma resposta deste género:

"Não fique desanimado com o resultado. Acontece que houve candidatos com bastante experiência na temática proposta. Terá de ser persistente e estou certo que conseguirá uma oportunidade em breve.

Com os melhores cumprimentos e votos de um bom fim de semana"

Esta pessoa recebe o meu respeito e consideração pelo que fez, que pode até nem perceber que teve impacto na vida de outra pessoa, mas teve. Sim, a resposta foi negativa, mas ao menos posso seguir em frente e saber que há pessoas que reconhecem e respeitam os outros.

Um bem-haja a esta pessoa =)

21 outubro 2012

Afinal é possível.

"Agustín diz que pode explicar a função de cada uma das peças que compõem o “seu” helicóptero. Todas – excepto uma, que comprou numa loja de ferragens – foram recolhidas do lixo.
O hondurenho começou a construir o helicóptero em 1958, o que não deixa de ser impressionante, pela capacidade de Agustín em seguir o seu sonho – e acreditar nele -, pela inspiração e transpiração e exemplo que dá aos outros. Mesmo sem qualquer tipo de educação."

Fantástico.

05 outubro 2012

be awesome.

Atreve-te.
Faz algo diferente.
Sai da rotina, nem que seja apenas por hoje.
Desliga o computador, desliga a tv e vai aproveitar o dia.

Lê com atenção: cada minuto que passa é menos um minuto que tens de vida.
Usa este tempo com cuidado e paixão.

Agora, sai daqui e vai fazer alguma coisa.

daqui.

03 outubro 2012

Prova de amor.

A mulher de Dashrath morreu devido à falta de cuidados médicos. Isto aconteceu porque o médico mais próximo ficava a 75 km. Depois da morte dela, ele escavou durante 22 anos uma passagem numa montanha e reduziu a distância entre a aldeia dele e o médico, passando de 75 km para 1 km. Parece que fez tudo sozinho.
Isto é absolutamente fantástico. Dedicar 22 anos para que outros não sofram o que ele sofreu.



"Dashrath Majhi's wife, Falguni Devi, died due to lack of medical treatment because the nearest town with a doctor was 70 km away from their village.

Hence he carved a 360 feet long, 30 feet high and 25 feet wide passage through Gehlour hills with a hammer, chisel and nails working day and night for 22 years from 1960 to 1982. His feat reduced the distance between Atri and Wazirganj blocks of Gaya district from 75 km to just one km, bringing him international acclaim."

Podem conhecer mais sobre este senhor no link: http://en.wikipedia.org/wiki/Dashrath_Manjhi 

02 outubro 2012

vindima.

Adoro as vindimas.


Acordar bem cedo, preparar o material todo, juntar pessoal amigo e irmos todos vindimar. Entre comer uvas, trabalhar e conversar, lá se passam bons momentos. Só tenho pena das uvas, são tão boas para se comer... e vão ser usadas para fazer vinho. Não sou



Aproveitei que estava perto da horta e colhi uns tomates cereja... hmmm, deliciosos =)

E ainda vi um vizinho a espalhar o milho ao sol, para secar.

01 outubro 2012

Believe In ZERO - U.S. Fund for UNICEF PSA

Um ideia é "apenas" uma ideia.
Pode continuar na mente e nunca ser aplicada ou vista na realidade.
Pode cair no esquecimento e perde-se por entre os dias ocupados das nossas vidas.

E pode também inspirar a ser mais, a fazer mais... a acreditar que podemos ser mais.
Um ideia transborda para a realidade quando as pessoas acreditem nela e Vivem por e para ela.



É apenas uma ideia.
A ideia que as crianças não têm que passar fome ou morrer por coisas que podiamos facilmente evitar.
É apenas um ideia. 
Se esta não é uma ideia que mereça toda a nossa força... senão acreditamos numa ideia assim...
Então nunca passará d'uma ideia.
Eu acredito que é possível lutar e alcançar este ideal.
E nós conhecemos tanta coisa que começou apenas por "uma ideia".