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03 outubro 2014

What is a man?



The Avatar - Legend of Korra. Uma série de animação que recomendo. Muito.

Tão boa, que até um dos "vilões" da série diz que coisas que nos fazem pensar se ele não terá mesmo razão... e fica a dúvida... afinal quem tem razão... afinal, quem é o vilão? 

Eu sei, só porque uma pessoa diz coisas acertadas e que fazem sentido, não quer dizer que seja boa pessoa. Acredito que haja muita gente a dizer coisas muito bonitas e acertadas, mas onde as ações são completamente deturpadas e que magoam terceiros. 

Mas mesmo assim, esquecendo isso... aquelas palavras ecoam pela minha mente há semanas "What is a man, if his chief good and market of his time be but to sleep and feed?"

04 setembro 2014

Prioridades.

Eu não pretendo julgar ou apontar defeitos, apenas pretendo chamar a atenção ou fazer pensar no assunto, pelo menos. Dito isto posso começar.

Quantas pessoas sabem o tempo que conseguem correr à velocidade máxima, até não aguentarem mais?
Quanto tempo aguentam sem respirar?
Como respirar corretamente de acordo com a temperatura do meio ambiente e/ou da situação em que se encontram?
Quando têm fome, que tipo de alimento está o corpo a pedir, hidratos, proteínas, gordura, açucares simples?
Quantas pessoas conhecem todas as sensações que o nosso corpo/mente pode sentir? Ou ficamos apenas pelo comer,dormir e sexo?

E agora, quantas pessoas sabem quem ganhou o mundial? Quem foram as pessoas que tiveram as fotos privadas expostas ao público? Como está a decorrer a ''série do momento"?

Eu não sei... posso estar a exagerar. Mas enquanto caminhava do laboratório até casa pensei sobre isto, que há assuntos que deviamos saber pois o nosso bem estar ou até a nossa vida pode depender desse conhecimento que temos. Este é o nome corpo, é onde vamos ''passar'' a nossa vida. Deviamos conhece-lo bem. Muito bem. Assim como a nossa mente. Deviamos ser críticos o suficiente para saber como pensamos, onde estão as fraquezas, onde deslizamos e também onde somos reis.

Mas mesmo assim, usamos o PRECIOSO tempo em coisas que não ajudam muito no nosso desenvolvimento. Dormimos demais, descansamos pouco, muito pouco. Deixamos a moda/anúncios e afins ditar como, quando e o que devemos fazer para relaxar. Permitimos que a t.v. nos diga o que é saudável comer. E o que fazemos, diáriamente, para sermos o melhor que podemos ser? Para sermos conscientes do que fazemos e pensamos.

Já imaginaste todo o potêncial que tens, tudo que está contido dentro de ti... fechado. Estás à espera de algum momento especial para o expressares? Para te expressares? Talvez ''amanhã'' pois amanhã sempre será outro dia... (sabes bem que te estás a enganar com o amanhã, o amanhã é uma desculpa para o que não queremos enfrentar agora).
Imagina por uns momentos, imagina que tens um potêncial dentro de ti capaz de fazer coisas que consideras impossivel. Imagina que consegues realizar sonhos que já tiveste. Imagina que és capaz de fazer tudo que realmente queres fazer?

Imagina que não tens que imaginar tudo isto e que isto tudo é mesmo verdade. O que vais agora em relação a isso?

Sê feliz.
Paul

31 julho 2014

remember.

Remember me? Yeah, it's me, or at least a message from me =P
I'm writing this message and i will send it to the future. Yes, the future because when you read this, know that i wrote it a long time ago. So i do not know how i will be when you read this (sounds confusing, i know). Anyway, just to remember you to keep fighting. Keep up the good fight. Don't give up. Don't give in. Give them a fight that they will never forget.  Stay strong. Be happy and live free.

Take care, Paul.

26 julho 2014

Não matarás.

Não acham estranho, no mínimo, ser necessário uma lei para indicar que o homicídio é crime? Que matar é mau?

Eu acho estranho e faz confusão. Sim, podem dizer que se não houvesse uma lei assim, as pessoas eram livres de matar a qualquer justificação. Mas... porque é que tem que ser algo imposto de fora para dentro. Pela "sociedade" para o indivíduo? Deveria ser o contrário. Ser de dentro para fora. Partir do indivíduo para o grupo, a sociedade. Devia ser cultivado o respeito pela Vida e assim não seria necessário impor de fora para dentro leis como esta. O que leis assim, dizem de nós?

Ou talvez, numa forma mais simples, como se explica a alguém que não é da Terra, porque precisamos de uma lei para impedir que uma pessoa mate outra.

Talvez a resolução de alguns problemas não passe por criar mais formas de penalização, ou aumentar as já existentes... mas sim ir à fonte e lidar com o problema de onde ele surge. Em cada individuo. Menos penalizações e mais cultivo de uma mente pacífica e repleta de compaixão.

Bom fim de semana.

21 julho 2014

15 julho 2014

anúncios e afins

Why we take so much care to who cuts our hair or take care of our nails... but care nothing about who feeds or what is fed to our soul, heart and unconscious.

Somos bombardeados diariamente com anúncios, tanto na tv como na rádio... aliás, em quase qualquer parte hoje em dia. Cada anúncio, cada relato... tudo isto é um tipo de influência. Talvez um pouco mais subtil e claro, sem nunca mostrar tudo que se pretende, para que o nosso cérebro possa preencher cada meticulosa falha e desta forma podermos assumir que as ideias que geramos, são de facto nossas. Quando na realidade apenas preenchemos os espaços vazios com o quer era esperado. 

Todos os dias. Cada momento que passa é repleto com informação, especialmente para quem vê tv ou ouve rádio. Cuidado, não estou a dizer que o façam, claro. Mas prestem atenção à informação que recolhem. Ainda se lembram que anúncios viram no intervalo daquilo que estavam a ver? Não? Acreditem que o vosso cérebro viu e armazenou na memória. Isto claro, se o anúncio passar várias vezes. Mas os anúncios nunca tendem a ser repetitivos, certo? Nunca passa o mesmo anúncio vezes e vezes sem conta. Por exemplo, como se houvesse alguém na sociedade "desenvolvida" que já não conhecesse o que é o MacDonalds... até reconhecem o logo numa noite escura. Mas mesmo assim continuam a publicitar vezes e vezes sem conta. Porque será?

Agora, mesmo que não concordem com estas ideias. Entretenham-me durante uns momentos. Imaginem que são mesmo verdade e concordam que estamos de facto a ser constantemente influenciados a comprar x ou y. Voltem uns anos atrás, até à vossa infância. Lembram-se de ver tv? Se já há algum tempo que estão por cá... de certo que já passaram serões ou manhãs a ver filmes e séries diversas. Com anúncios pelo meio. E ar

éramos tão novos que nem imaginávamos que talvez os anúncios e os mesmos filmes/séries estavam a criar em nós algo... a depositar condições ou expectativas. Aliás, permitam-me expandir esta ideia aos livros e manuais escolares, pois seria injusto se eu não o fizesse. Retomando. Estes livros, filmes, séries, músicas e anúncios quando são expostos a uma mente que não se apercebe do que está a acontecer, pode estar a sofrer a imposição de condições. Observando formas de lidar com situações ou como é esperado agir em determinadas situações, levando-o a tomar uma decisão numa situação onde poderia optar por inúmeras situações paralelas. Mas devido a imposições observadas anos e anos atrás, que se enraizaram no subconsciente e agora não se destingem do que é da pessoa ou do que é imposto por um filme ou livro.

Mas isto também leva ao que é na realidade mesmo nosso ou imposto. Mas nisto apenas digo que devemos ser senhores do leme e escolher o que permitimos que nos influência. E não ficarmos à maré daquilo que os outros consideram correcto. 

Tenho mesmo saudades de escrever por aqui...

21 setembro 2013

Making your way in the world.

‘I went to the woods because I wished to live deliberately, to front only the essential facts of life, and see if I could not learn what it had to teach, and not, when I came to die, discover that I had not lived.’

 ~Henry David Thoreau

Adorei os momentos que passei quando tirei esta foto.

26 março 2013

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ARGHHHHHHHHHHH
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Pronto, desabafei. 
De volta ao mundo.

20 março 2013

making your way in the world.

‘I went to the woods because I wished to live deliberately, to front only the essential facts of life, and see if I could not learn what it had to teach, and not, when I came to die, discover that I had not lived.’

 ~Henry David Thoreau
Foto tirada no mágico PNPG =)

18 dezembro 2012

Prendas?

Este ano resolvi criar um desafio para mim mesmo. Resolvi não comprar prendas. Isso mesmo. Este Natal não vou comprar prendas de Natal. Primeiro, porque não tenho guito, literalmente. Segundo, cada vez mais falamos que o espírito do Natal está a perder-se, mas continuamos a comprar prendas e mais prendas. 
Não estou a apontar nada a ninguém, estou apenas a fazer uma análise ao que sinto/penso. Assim, resolvi não comprar prendas. MAS, não quer dizer que não vá oferecer prendas. Se der, terão que ser feitas por mim. Só isso. 

E honestamente, para mim uma prenda feita pela pessoa que a dá, tem muito mais significado. Traz um carinho especial. Mas não tem que ser só objectos. Estou a pensar em cozinhar alguma coisa e oferecer. Ainda não sei bem como ou o quê. Mas o que é certo é que quando falamos em prendas, pensamos "bolas, tenho que ir às compras antes que seja tarde demais." Não é que seja mau, mas para mim, perde um pouco do espírito do Natal, aquele sentimento em dar algo especial. Daquela magia de Natal. Se é para dar, porque não oferecer um bolo? Ou marcar um jantar com alguns amigos mais chegados? 

Acredito que o Natal é para amar, partilhar, fortalecer laços, dar, fazer sorrir... e as prendas podem chegar em várias formas ou feitios. A ideia é dar algo, porque não um doce? A sério, porque não fazemos um bolo de chocolate, metemos dentro de uma caixa e oferecemos? É uma prenda e foi feito por nós =) 

Quero mesmo aplicar isto na minha vida. Ando farto de comprar mais prendas, percorrer lojas à procura  daquela prenda "especial" para dar. E das poucas vezes que vejo t.v. fico farto de tanto anúncio com coisas que parece que não conseguimos viver sem elas. baahhhh. São coisas, são materiais e é claro que muitos são precisos... mas precisamos assim de tanto? Enfim, não vou tornar isto num desabafo, isto é para outro post que está no "forno" =)


Este Natal vai ser mais barato em dinheiro, mas muito mais rico e específico em emoções. Como se costuma dizer nalguns sítios: "Empty hands, full heart."

13 dezembro 2012

coisas.







Sonhos, desejos, objectivos, planos... são coisas importantes e excelentes "mapas" para usar na Vida. Mas são apenas isso... mapas. Não são uma visão do futuro. Da mesma forma que se seguir um mapa para chegar ao local X e encontrar uma parede não marcada no mapa, não vou parar. Vou apenas descobrir uma forma de ultrapassar essa parede. E continuar com o caminho... São importantes, pois sem um mapa, a viagem pode ser complicada e sem muito sentido. A não ser que se aplique o princípio de viajar sem planos... mas isso é outra história.


Por isso é que por vezes sofremos, pensamos que se fizermos X e Y, obtemos B e C. Na nossa cabeça parece que é assim... mas na prática... bem, já sabem o resto.




08 dezembro 2012

Um frio diferente.

Na noite de Sexta-feira para Sábado, por volta das 2am, estava a voltar para casa depois de ir a um concerto de jazz. Estava frio, não era aquele frio glaciar, não, estava apenas o frio de uma noite normal de inverno.

A determinado momento, enquanto caminhava e conversava, reparo em algo no chão que mexeu comigo. Não estou a falar daquelas emoções que se sentem no momento e depois passam... estou a falar daquelas emoções que nos dominam, que vão desenterrar os sentimentos mais profundos que possamos ter; vai até aos ossos e desfaz toda e qualquer defesa. Já vou explicar o que vi, mas antes disso queria que a imagem que vi segundos antes fique bem explicita: Várias pessoas a passear pela rua, a conversar e a passear, vá, iam na sua vida caminhando calmamente. Ok, o que vi foi tremendo e ainda hoje, enquanto estava à espera à porta do pingo doce, revi essas imagens e não pude conter algumas lágrimas. 

O que vi: enquanto passeava e caminhava, olhei para o lado e vi um sujeito deitado no chão. Embrulhado num cobertor, deitado em cima de outro cobertor que o separava do chão frio. Doeu só de ver. E iamos passando por aquelas pessoas, como se nada fosse. Tentando não fitar, tentando não olhar durante muito tempo para não "incomodar" quem lá estava deitado.

Foi quando pensei: Em que ponto das nossas vidas é que se tornou normal andar na rua e passar por pessoas a tentar dormir no chão? Como é que isto se tornou "OK", como é que algo assim se tornou aceitável na nossa rotina? De que forma é que é normal passear à noite e ver pessoas a dormir no chão, ao frio, como se fossem parte da paisagem?

Não faço ideia o que aconteceu na nossa Vida, ou que desculpas continuamos a dar à nossa consciência para acreditar que neste momento estão pessoas que podiam ser nossos irmãos, irmãs, pais, avós... a dormir no chão, sem abrigo e ainda por cima com este frio. Sem alguém... sem uma mão amiga, uma palavra de conforto, uma bebida quente para ajudar a aquecer o corpo... nada. Enquanto penso nisto sinto a minha mente a invadir-me com desculpas: "é a escolha dessas pessoas", "há instituições que tratam deles", "não os podes ajudar a todos"... mas continuam a ser desculpas e eles, eles continuam a dormir no chão. E eu continuo a lutar, a tentar fazer algo da minha vida como se fosse a minha grande batalha, o meu grande prémio por estar vivo. E quando penso neles, sinto-me tão pequeno... penso como é que posso continuar a pensar no que quero, quando vivo sem ter em conta quem precisa de ajuda. E a pergunta volta... "Em que ponto da nossa vida é que passou a ser normal passear na rua e ver pessoas a dormir no chão?"

Uma coisa que aprendi é que a vida continua. Não importa o quanto queiramos que ela abrande, não importa se desaparecemos deste lugar ou ficamos fechados nos nossos problemas... a Vida continua. Independentemente se somos bons, maus, honestos, mentirosos, orgulhosos ou altruístas... a vida continua. E para nós como para "eles" a Vida irá continuar. Mas penso, será que não podiamos fazer algo, ajudar de alguma forma? Nem que fosse tornar isto algo inaceitável, algo tão revoltante como a violência doméstica. Algo que nos deixasse zangados, revoltados... e que não fosse mais uma coisa normal da nossa sociedade. Que não fosse uma paisagem "natural" na noite. Fico a pensar nisto enquanto adormeço, quando paro por uns segundos e relaxo... são pensamentos e imagens que regressam à minha mente. E volta a pergunta que ainda não sei responder:


Em que ponto da nossa vida, se tornou normal ver pessoas a dormir na rua e continuar com o nosso caminho. Como se estivessemos a passar por uma árvore?

23 novembro 2012

Força pah =)

Mais e mais CV's, mais e mais cartas de apresentação. Outras tantas cartas de motivação. Em breve também devem querer cartas de referência...
Isto tudo associado à forma como e quando nos apresentamos.



Por aqui tem sido assim...


Estou a ver que além da formação em Química, deveria ter tirado um curso em marketing e/ou design. Mas fazemos o que podemos, com o que temos, onde estamos. Não tirei um curso em design, mas como Químico sou um designer molecular; não tenho formação académica em marketing, mas como Químico, percebo bem como criar e manter ligações. 
 
Repetindo o que alguém disse: "Temos que fazer o que podemos, com o que temos, onde estamos."

E como a minha família me ensinou: 
"Se tens energia para te queixares e resmungar... então ainda tens força para continuar a lutar. Deixa-te de desculpas e faz alguma coisa."

05 novembro 2012

remember, remember...

Remember, remember... the fifth of November.


Não podia deixar de lembrar. Não nos podemos esquecer destes dias, destes eventos, destes ideais. Enquanto nos lembrar-mos dos ideais de justiça e liberdade, então ainda há esperança.


04 novembro 2012

Bons momentos.

Hoje aconteceu uma coisa engraçada. Passei pelo Palácio de Cristal, o sítio onde costumo ir treinar, e na saída, antes de retomar a corrida, aproveitei para alongar um pouco. Abusei um pouco no treino e já estava de rastos. Neste momento, um senhor na casa dos 60 e poucos anos passa por mim, mete a mão no meu ombro e diz: "Isso era o que eu devia ter feito quando tinha a vossa idade", aproveitei e respondi logo "Ainda vai a tempo", ele respondeu com uma gargalhada; Despedi-me com um "tenha um bom dia" e voltei à corrida, mas desta vez com um sorriso enorme. 

Adorei aquele à vontade do senhor. A honestidade e a alegria com que falou e se riu. Não sei... foi mesmo... diferente e deixou-me bem disposto =)

E com esta animação, puxei ainda mais na corrida. Tanto que já sentia o sabor a suor na boca, mal conseguia respirar e as pernas já pediam para parar. Pensei que era mesmo altura para parar, até tinha feito um bom treino, puxei bem antes com uma boa sessão de cardio e agora com aquela corrida... sim, era sinal para descansar. E uns segundos antes de parar... escuto no mp3 o freddy a cantar...

E é claro que não podia parar ao som desta música...



Sempre deu para treinar ainda mais um pouco. Acabei por não parar e correr até casa. Fiquei exausto mas foi excelente =)

Vale bem a pena =)

26 outubro 2012

bicicletas e outras cenas.

Para quem conhece, o Lance Armstrong estás prestes (ou já aconteceu, não sei bem) a perder os títulos que ganhou nos últimos anos.



Dizem que o homem andou no doping e como tal é preciso retirar o que ganhou. Embora escute rumores disto e daquilo, sobre isto não vou falar. MAS, cada vez mais leio pessoas a falar mal do tipo, que já não é um campeão e é uma vergonha. 



Como é uma pessoa que eu admiro, tenho que expressar o que sinto.



Este senhor que está na imagem, digam o que disserem dele, é um campeão. O homem teve cancro, lutou e ganhou. Mas que nem seja por ter ganho, apenas pela força de vontade que expressou e contaminou a milhares de pessoas para lutarem mesmo quando parece ser uma luta impossível... uma pessoa assim, para mim é um campeão. E agora estão a retirar o nome dele das paredes de muitos centros de treino... dizem que é uma vergonha para o desporto.

...

Para mim continua um campeão e uma inspiração.

25 outubro 2012

Respondam às pessoas.

Sobre a procura de emprego. É chato quando não conseguimos aquela posição ou cargo que gostavamos. Mas o que ainda piora a situação é não recebermos uma resposta. Enviar-mos uma candidatura e nem sequer um simples "Não." recebemos. Fica aquela dúvida que com o tempo percebemos que é uma certeza. Mas enquanto não passa esse tempo, não sabemos... e isso, acreditem, que é MUITO chato.


Existe uma função na maioria dos serviços de mail com o nome "Responder a todos", onde podem clicar e escrever: "Não foram seleccionados para a função em questão.", retirar o nome do seleccionado e enviar. Simples e evita muita dor de cabeça. Era bom que fizessem isso.

Mas de vez em quando, alguém tem o tempo e a dedicação para dar uma resposta deste género:

"Não fique desanimado com o resultado. Acontece que houve candidatos com bastante experiência na temática proposta. Terá de ser persistente e estou certo que conseguirá uma oportunidade em breve.

Com os melhores cumprimentos e votos de um bom fim de semana"

Esta pessoa recebe o meu respeito e consideração pelo que fez, que pode até nem perceber que teve impacto na vida de outra pessoa, mas teve. Sim, a resposta foi negativa, mas ao menos posso seguir em frente e saber que há pessoas que reconhecem e respeitam os outros.

Um bem-haja a esta pessoa =)

22 outubro 2012

dá jeito lembrar.



Cute =)

Ser optimista não significa que prestamos atenção a maus momentos/situações.
Apenas significa que não deixamos essas situações definirem quem nós somos e como interagimos com o Mundo.


Somos mais que um mau dia, ou uma má situação.

21 outubro 2012

Afinal é possível.

"Agustín diz que pode explicar a função de cada uma das peças que compõem o “seu” helicóptero. Todas – excepto uma, que comprou numa loja de ferragens – foram recolhidas do lixo.
O hondurenho começou a construir o helicóptero em 1958, o que não deixa de ser impressionante, pela capacidade de Agustín em seguir o seu sonho – e acreditar nele -, pela inspiração e transpiração e exemplo que dá aos outros. Mesmo sem qualquer tipo de educação."

Fantástico.