12 fevereiro 2012
broa assada com feijão e cogumelos.
Hoje para o almoço resolvi dar uso a uma broa caseira que ali tinha.
Cortei algumas fatias para ir ao forno, mas antes foram regadas com um azeite "especial". Neste azeite "especial" coloquei algumas ervas aromáticas em lume brando para libertarem todo o sabor e aroma. Só o cheiro na preparação aumentou o meu apetite. Depois de alguns minutos no forno, foram para o prato e cobri-as com uma mistura de feijão e cogumelos. A receita para esta mistura foi adaptada daquela receita que fiz dos beanburgers. Foi fácil e rápido de fazer, custou-me mais lavar e limpar tudo do que preparar as coisas. Enfim, valeu a pena e recomendo. Aproveitei e preparei umas fatias a mais, já servem para o lanche. Uma das raparigas aqui de casa já comeu uma e gostou.
Mark Knopfler - Brothers in Arms
These mist covered mountains
Are a home now for me
But my home is the lowlands
And always will be
Some day you'll return to
Your valleys and your farms
And you'll no longer burn
To be brothers in arms
Through these fields of destruction
Baptisms of fire
I've witnessed your suffering
As the battles raged higher
And though they did hurt me so bad
In the fear and alarm
You did not desert me
My brothers in arms
There's so many different worlds
So many different suns
And we have just one world
But we live in different ones
Now the sun's gone to hell
And the moon's riding high
Let me bid you farewell
Every man has to die
But it's written in the starlight
And every line on your palm
We're fools to make war
On our brothers in arms
Are a home now for me
But my home is the lowlands
And always will be
Some day you'll return to
Your valleys and your farms
And you'll no longer burn
To be brothers in arms
Through these fields of destruction
Baptisms of fire
I've witnessed your suffering
As the battles raged higher
And though they did hurt me so bad
In the fear and alarm
You did not desert me
My brothers in arms
There's so many different worlds
So many different suns
And we have just one world
But we live in different ones
Now the sun's gone to hell
And the moon's riding high
Let me bid you farewell
Every man has to die
But it's written in the starlight
And every line on your palm
We're fools to make war
On our brothers in arms
I've witnessed your suffering
As the battles raged higher
And though they did hurt me so bad
In the fear and alarm
You did not desert me
My brothers in arms
...
As the battles raged higher
And though they did hurt me so bad
In the fear and alarm
You did not desert me
My brothers in arms
...
11 fevereiro 2012
Sábado.
Bom dia =)
Por aqui o dia promete muito disto:
Por aqui o dia promete muito disto:
enquanto lá fora vejo muito disto:
Bom fim de semana =)
10 fevereiro 2012
09 fevereiro 2012
take my hand.
verde.
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| by Paul =) |
Por vezes dou por mim entretido a observar estes pequenos animais, olho para eles a carregar comida ou a explorar o terreno...outras vezes simplesmente deito-me em cima da relva e durmo.
07 fevereiro 2012
06 fevereiro 2012
discussões.
Para todas aquelas pessoas que fervem com pouco calor, que explodem por tudo e por nada, que se revoltam ao menor problema... tenham lá calma e respirem fundo. Antes de mais tentem meter mão em toda a tralha que têm a acumular dentro da cabeça. Porque na maior parte das vezes e falo por experiência e pelas pessoas que conheço, reparo que têm centenas de assuntos por resolver dentro da cabeça, "injustiças" que dizem sofrer por isto e por aquilo, problemas com fulano X e fulana Y, um conjunto de situações aos quais dizem que são vitimas ou que até podem mesmo ser vítimas. Pode ser uma montanha de coisas... mas enquanto não resolverem tudo isso, irão sempre arrebentar à menor faísca. Normalmente quando conheço as pessoas presentes numa discussão posso associar o problema em questão a outros por resolver. Aliás até se podem indentificar em muitos argumentos que usam. E além dos problemas que acontecem tanto de saúde como na vida pessoal de cada um, normalmente é quem não tem nada haver com isso que leva com os estilhaços dessa explosão.
Chegamos a um ponto do nosso crescimento onde é crucial assumir responsabilidade da nossa vida e largar o papel de vítimas. Porque embora seja um papel confortável e que chama atenção, não é um local para se estar muito tempo. Sim, num momento ou outro acabamos todos por ser vítimas desta ou daquela situação, desta ou daquela pessoa. É uma situação à qual todos estamos sujeitos. No entanto, não devemos ficar por lá muito tempo, devemos tentar sair de lá e se for preciso pedir ajuda para tal, não há mal nenhum nisso.
Se estes problemas todos não forem resolvidos e não tivermos cuidado, iremos sempre tentar culpar os outros por isso e daí surgirem alguns dos motivos para as "explosões" e discussões sem fim. Por vezes reparo que as pessoas procuram o conflito, de certa forma a nossa mente sabe que tem que libertar toda aquela revolta e mesmo que seja inconscientemente queremos libertar toda aquela "fúria" e stress. Acontece mais vezes do que julgamos, mesmo sem reparar no que estamos a fazer. Não estou a dizer que não devemos discutir, berrar, gritar e mandar vir. É claro que devemos, nas situações certas e se tivermos bem consciência do que estamos a fazer e com quem.
Ninguém é perfeito e dizer que "é assim que eu sou, lida com isso..." (nesta situação) é desculpa de quem não se importa com o que provoca em quem gosta. Por vezes discutimos com quem gostamos, não há nada de especial aqui, mas por vezes essa pessoa pode-se tornar num "saco de pancada emocional". Pessoalmente considero uma má desculpa quando alguém que por hábito discute e arranja problemas dizer que "é a minha personalidade...", as personalidades moldam-se, quando temos consciência de um defeito em nós e não fazemos nada por isso, então estamos a ser infantis. A mudança é constante, faz parte do crescimento. Se acreditamos que não iremos mudar, então somos agora tudo que alguma vez poderemos ser. Enfim, estou a divagar novamente.
Isto tudo para dizer que gostava que as pessoas tivessem um pouco mais de calma e quando sentirem vontade de "arrebentar" meditem um pouco sobre os motivos desses sentimentos. Eu sei que não é fácil, por vezes dou por mim e querer responder a alguma situação de forma menos apropriada. E outras vezes acreditem que respondo à situação de forma mais explosiva...é raro, mas acontece. Não devemos esquecer que somos humanos, mas isso não é desculpa para não tentarmos ser melhores. Ah ou pelo menos avisem as pessoas que já estão com problemas e que se preparem para uma explosão. Apenas tenham cuidado com quem arrebentam, porque essa pessoa pode não estar para ouvir coisas que não tem culpa alguma e pode arrebentar da mesma forma. Já assisti a demasiadas discussões para saber que raramente acabam bem.
Já agora, não estou a falar de quem discute com paixão, ou que devemos ser todos uns "paz de alma". Bem, acho que consegui transmitir a ideia. Espero.
Talvez se as pessoas praticassem a paciência e a calma, nestas alturas poderiam ter um momento de lucidez e perceber que estão a reagir de forma incorrecta. Muitas vezes dou por mim a querer discutir com alguém por este ou aquele motivo e por vezes consigo lutar contra essa vontade e observar bem o que provoca esse sentimento. Com isto consigo associar as pessoas envolvidas com o momento e o sentimento provocado. E concluir sobre o que tenho que fazer para restabelecer a paz interior. Evito muitas discussões e ajuda-me a amadurecer. Sim, acredito que a paciência e a calma podem-se cultivar e praticar. Através de pequeninas coisas, é como correr, ninguém passou do gatinhar para o correr, todos passamos pelos pequenos passos, até caminhar e depois aprendemos a correr.
E quando tivermos a certeza que o motivo da discussão é APENAS aquilo que está presente naquele momento e não um acumular de coisas, de outros eventos, de outras pessoas, então aí sim. É bom discutir e falar, argumentar e explicar ou pedir explicações. Mas tendo sempre a certeza que o que nos move naquele momento é a discussão presente e mais nada.
Ah e berrar, gritar ou insultar não é argumento.
Obrigado a quem teve paciência de ler até aqui =)
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Se estes problemas todos não forem resolvidos e não tivermos cuidado, iremos sempre tentar culpar os outros por isso e daí surgirem alguns dos motivos para as "explosões" e discussões sem fim. Por vezes reparo que as pessoas procuram o conflito, de certa forma a nossa mente sabe que tem que libertar toda aquela revolta e mesmo que seja inconscientemente queremos libertar toda aquela "fúria" e stress. Acontece mais vezes do que julgamos, mesmo sem reparar no que estamos a fazer. Não estou a dizer que não devemos discutir, berrar, gritar e mandar vir. É claro que devemos, nas situações certas e se tivermos bem consciência do que estamos a fazer e com quem.
Ninguém é perfeito e dizer que "é assim que eu sou, lida com isso..." (nesta situação) é desculpa de quem não se importa com o que provoca em quem gosta. Por vezes discutimos com quem gostamos, não há nada de especial aqui, mas por vezes essa pessoa pode-se tornar num "saco de pancada emocional". Pessoalmente considero uma má desculpa quando alguém que por hábito discute e arranja problemas dizer que "é a minha personalidade...", as personalidades moldam-se, quando temos consciência de um defeito em nós e não fazemos nada por isso, então estamos a ser infantis. A mudança é constante, faz parte do crescimento. Se acreditamos que não iremos mudar, então somos agora tudo que alguma vez poderemos ser. Enfim, estou a divagar novamente.
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Já agora, não estou a falar de quem discute com paixão, ou que devemos ser todos uns "paz de alma". Bem, acho que consegui transmitir a ideia. Espero.
Talvez se as pessoas praticassem a paciência e a calma, nestas alturas poderiam ter um momento de lucidez e perceber que estão a reagir de forma incorrecta. Muitas vezes dou por mim a querer discutir com alguém por este ou aquele motivo e por vezes consigo lutar contra essa vontade e observar bem o que provoca esse sentimento. Com isto consigo associar as pessoas envolvidas com o momento e o sentimento provocado. E concluir sobre o que tenho que fazer para restabelecer a paz interior. Evito muitas discussões e ajuda-me a amadurecer. Sim, acredito que a paciência e a calma podem-se cultivar e praticar. Através de pequeninas coisas, é como correr, ninguém passou do gatinhar para o correr, todos passamos pelos pequenos passos, até caminhar e depois aprendemos a correr.
E quando tivermos a certeza que o motivo da discussão é APENAS aquilo que está presente naquele momento e não um acumular de coisas, de outros eventos, de outras pessoas, então aí sim. É bom discutir e falar, argumentar e explicar ou pedir explicações. Mas tendo sempre a certeza que o que nos move naquele momento é a discussão presente e mais nada.
Ah e berrar, gritar ou insultar não é argumento.
Obrigado a quem teve paciência de ler até aqui =)
05 fevereiro 2012
Murphy's law
Lá estava eu a assoar-me, eu sei eu sei... é uma forma estranha de se começar um post, só quero colocar tudo em contexto... então como estava a escrever, ao passar por um espelho enquanto me assoava, fiz aquelas figuras parvas que se fazem ao espelho depois de nos assoar-mos... E é claro, segundo a lei de Murphy passa uma daquelas raparigas que mais parece que devia estar a trabalhar na Victoria's Secret...
Vá, ao menos ainda se riu...
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