01 março 2012

blood

E hoje foi dia de salvar mais vidas.

give it.

Quando reparei que estavam a fazer uma recolha de sangue na faculdade aproveitei para doar. Sempre são umas vidas que se salvam. Durante a doação pedi ao enfermeiro algumas informações sobre aquelas notícias que não gostei nada de ler/ouvir sobre estarem a deitar fora sangue. Embora já saiba que os serviços de noticias não são muito de fiar, tive que confirmar. O sujeito foi muito simpático e explicou-me que não é o sangue que se deita fora, neste momento têm muito plasma e este não é totalmente utilizado. No entanto existem outras partes que ainda são aproveitadas e essas ainda estão em falta: as plaquetas e os glóbulos vermelhos. Fiquei mais descansado, durante uns tempos andei preocupado em relação a este assunto, pois como dador, não me sentia muito satisfeito com a ideia de que o sangue que doava era descartado.


E depois há o café que oferecem...
As coisas que faço para beber café à borla...

29 fevereiro 2012

bonds.



Gosto dos meus pais, honestamente se pudesse desejar descritivamente por uns Pais, não era capaz de desejar pessoas melhores que eles. Sim, têm defeitos... e feitios. Mas compreendo que são humanos como eu. Têm as suas dúvidas e sonhos, lutam todos os dias por aquilo que querem. Assim como eu tenho defeitos e feitios que tento ultrapassar. Acho que por vezes esquecemo-nos que eles também são pessoas e embora sejam uma fonte de inspiração e força, continuam a ser humanos como nós. Talvez caímos na tentação de olhar para eles como pessoas com uma enorme paciência e dotados de mil e uma características que normalmente apenas se conhece em filmes ou livros. E criamos uma imagem irreal sobre alguém que é real, que é humano. E depois esta imagem quebra e pensamos que a culpa é deles ou que eles são isto ou aquilo. Enfim, não estou a dizer que por vezes não erram, é claro que sim, mas têm mais experiência que nós e muitas vezes dão-nos conselhos... acreditando que é o melhor para nós. E nós nem sempre damos ouvidos, e discutimos porque acreditamos que o melhor para nós não é bem o que eles pensam... às vezes acertamos...outras não. E normalmente sabem que há apenas uma forma de aprendermos algumas coisas: fazendo e errando. Aprender e crescer por nós, sozinhos, mesmo sabendo que eles estarão por lá para dar força quando for necessário sacudir o pó da queda e voltar a lutar.

 Recentemente tive a oportunidade de cozinhar para eles, fiz umas batatas assadas em forno de lenha, gostaram muito.  Deviam estar boas, mas são pais, mesmo que não estivessem provavelmente iriam dizer que estavam optimas. Depois do jantar quando estavamos no sofá, ao fim de alguns momentos de conversa eles acabaram por adormecer. Aproveitei para olhar para eles, estavam exaustos de mais um dia de trabalho, mas mesmo assim encontraram força para partilhar uns momentos comigo, para conversar e ouvir-me. Olhei para eles enquanto dormiam... Tento colocar-me no papel deles, imagino que ter um filho a cozinhar para mim, a fazer-me companhia deve ser bom. E o sabor que fica, não pela comida mas pelo significado, deve ser muito bom. Pelo menos espero que seja. Assim como os momentos passados a falar e a discutir isto e aquilo... vá, coisas da vida. Por isso é que gosto de falar com eles, mesmo que seja ao telefone.


bonds.
Eu compreendo que nada dura para sempre, tudo tem um começo, meio e fim. Um dia vou estar sem eles (ou se calhar até vou primeiro...). Por experiência sei que quando esse momento chegar, quem ficar irá desejar ter apenas mais um momento, mais um momento para dizer o que sente e o que pensa. Mais um momento com quem ama. Já vi isto vezes demais, já senti isto vezes demais. Quando perdermos alguém assim tão importante queremos tanto... mas tanto ter mais um momento para poder dizer o que sentimos... pela primeira vez ou repetir mais uma vez ou simplesmente para estar com essa pessoa e partilhar um momento... seja a conversar ou a fazer outra coisa qualquer.
A todos que ainda têm a sorte de poder estar com os pais, aproveitem bem. Um dia irão olhar para trás e sentir uma saudade imensa, por tudo que viveram e (espero que não) sentir que ficou tanto por dizer e fazer. Para evitar isto, espero que vivam de forma a que esta saudade seja breve e assim que surja  seja logo substituída com um pensamento de alegria e satisfação, pois quando tiveram a oportunidade de estar com eles, de conviver com eles, vocês aproveitaram e não ficou nada por dizer.

E lembrem-se, eles são humanos. Têm defeitos e feitios como nós. Não existe formação para pais e também estão a aprender a viver assim como nós estamos a fazer. Podem aprender sozinhos... ou então podemos tentar facilitar as coisas e ajudar no processo.

Por vezes não o digo por palavras, não é fácil expor o que sentimos.
Tento transmitir com acções. E como sei que de vez em quando eles dão
um salto aqui ao blog, bem... espero que leiam isto =)


No final do dia é bom lembrar e perceber que somos apenas humanos
 e estamos todos a travar uma luta.
E talvez algumas palavras de apoio possam ajudar a lembrar isto... a ambos os lados.
Que a minha vida seja uma forma de demonstrar o quanto agradeço tudo que vocês são para mim.



23 fevereiro 2012

=)

Visitem =)

Por vezes encontramos amizades nos sítios onde menos esperamos e com quem menos esperamos.

tenham calma.


Há coisas fenomenais que acontecem todos os dias, que nascem dos actos mais simples...
Só porque não os sentimos não quer dizer que não existem... talvez estejamos a trabalhar na frequência errada. Acredito que esta frequência pode ser ajustada à "estação" que queremos ouvir. E se tivermos consciência do que queremos ouvir, torna-se mais simples ajustar a frequência. Não só pelos outros mas mais por nós, é importante saber o que queremos, saber o que nos faz lutar dia a dia. Enquanto não descobrir-mos o que nos move, o que nos faz andar 100 km quando o nosso corpo diz que só conseguimos andar 80 km... iremos andar um pouco à deriva, à mercê da vontade dos outros e fica mais difícil voltar a levantar de cada vez que caímos, pois não temos bem a certeza qual é o motivo pelo qual nos devemos levantar.

A cada dia que passa acredito mais que se as pessoas tentassem resolver os seus conflitos internos o mundo iria ser um local melhor. Todos os problemas que estão por resolver, todas aquelas situações que temos medo... é tudo uma enorme fonte de sofrimento. E daqui surgem conflitos externos. Penso que é uma forma de a nossa mente "expulsar" o que reina por dentro. (Usar bom senso nesta linha de pensamento, há ocasiões onde a nossa reacção pode estar de acordo à situação). Digo isto por experiência, quando reparo que estou numa discussão e consigo me separar da minha mente observo como ela argumenta e contra-argumenta e por vezes faço ligações entre esses argumentos e experiências passadas (pessoais ou não). Consigo com alguma precisão descobrir o porquê de estar a dizer o que digo e porque estou tão chateado. Sempre que posso tento terminar a discussão pois se a discussão não trata apenas com o momento e de certa forma estamos a usar isto com desculpa para descarregar algumas frustrações ou problemas que moram na nossa mente, então algo vai correr mal e não se vai atingir um resultado muito bom. Outras alturas só algum tempo depois da discussão é que reparo no que disse e se há alguma relação com experiências passadas. Convém é depois de descobrir o que nos move naqueles momentos tentar resolver esses problemas. Este auto-conhecimento pode ajudar-nos em imensos níveis e por consequência irá melhorar as nossas relações com o mundo.

E o estado de felicidade, de paz e calma que se atinge quando conseguimos resolver toda a tralha que anda cá por cima é fantástico. Embora seja um estado onde ainda não consiga estar contantemente, consigo alguma vezes passar lá uns bons momentos. Isto ajuda-me a meditar melhor sobre as minhas decisões e evita que estas sejam tomadas segundo o que é esperado ou influênciado negativamente por terceiros. Assim, quando escolho algo, sei que sou eu que estou a fazer a escolha. Não porque é o esperado, nem o que alguém quer que eu faça... mas porque é o que eu escolho fazer. Por vezes pode ser a escolha certa, outras vezes é a errada. Mas é a minha escolha e com isso estou em paz.


21 fevereiro 2012

Paul d. Chemist

Pois é, o Paul terminou a licenciatura e agora é cientista, mais propriamente: químico =)

Antes de mais, quero agradecer a algumas pessoas:
Bem-haja aos meus Pais e velhos Amigos que me acompanham há mais tempo do que a minha memória permite definir e a quem devo a minha vida e quem sou, vocês têm o meu amor como sempre terão, à minha família por compreenderem a minha ausência em todas as reuniões familiares, casamentos, batizados, aniversários, Páscoa... acreditem que não foram decisões tomadas com os olhos secos e que não foram momentos desperdiçados, aos meus Amigos por continuarem a tratar-me como amigo depois de todas as vezes que recusei uma saída ou jantar e que mesmo após tanta vez insistirem e receberem um não, ainda me tratam como Amigo, por isso estou grato. Aos amigos que se afastaram, eu compreendo porque se afastaram e de certa forma agradeço, como já me ensinaram, devemos escolher bem os amigos enquanto vivemos, pois estes irão ser uma fonte enorme de apoio e força e eu espero que eu também o seja para eles, por isso aos que se afastaram, obrigado por tornarem o meu trabalho mais simples para encontrar os verdadeiros Amigos ;) às raparigas que convidaram para saídas de cinema, café e por vezes algo mais, desculpem a frieza e dizer que não, acreditem que muitas vezes gostava de ter aceite o convite ou pelo menos explorar a situação, mas a minha prioridade era simples, formar-me. Algumas de vocês já namoram, por isso de certa forma até foi bom ter recusado, pois vocês parecem felizes, às outras...bem a vida continua e está em aberto =P  aos professores, que alguns trato com grande amizade embora não lhes diga, sem a vossa confiança e paciência seria muito mais dificil ter chegado aqui. À wikipédia, youtube e google... sem estas plataformas posso dizer que não faria tão facilmente o curso, especialmente algumas cadeiras. Tive cadeiras que foram LARGAMENTE complementadas com aulas do MIT e tutoriais do youtube. Existem ainda mais pessoas a quem devia agradecer mas por agora fica assim =)


Quando os amigos descobrem, perguntam como me sinto... se estou feliz... e eu respondo que sim, estou feliz. Mas nada de especial, a licenciatura não se fez de um dia para o outro. Não é o segundo que soube que estava licenciado que contou. Foram todos os momentos que passei a trabalhar, a estudar, a sonhar no mundo da ciência. Todos os sacrifícios que fiz, as lágrimas que partilhei com inúmeros cadernos repletos de exercícios, amizades feitas com manuais e livros. Horas e horas passadas no laboratório a absorver tudo que podia. As aulas que assimilava com o máximo cuidado...as minhas e as de outros cursos que me deixavam assistir. Directas e mais directas. Vários dias de Natal passados com a família e com um livro de química ao colo. Passagens de ano a contar em voz alta as 12 badaladas e a equilibrar reacções redox no pensamento... Um esforço para aprender tudo que podia. Foi bom, custou muito mas foi muito bom. E não foi só isto, claro. Há todas as amizades que fiz, amizades bem fortes. Conheci novas pessoas, outras formas diferentes de pensar, outras semelhantes... momentos  que agora fazem parte de mim. Ajudei quem procurou ajuda, encontrei ajuda quando menos pensava que ia encontrar. Conheci pessoas fantásticas. Enfim, foram momentos muito bons que duvido que vá esquecer algum dia e que certamente me vão acompanhar durante muito tempo. E embora tenha terminado a licenciatura a formação ainda nem vai a meio. Sim, vou continuar a estudar, mas agora sem ser necessário uma faculdade. Pelo menos para agora. Uma das coisas que aprendi, foi a capacidade de aprender. Aprender bem, saber olhar para um tema, decompor nas diversas vertentes, descartar o desnecessário e absorver o importante. E assim vou continuar a aprender. Mais tarde irei fazer mestrado, mas por agora tenho outros projectos muito importantes para realizar. 


Por isto tudo é que talvez não sinta muita euforia por ter terminado, tenho consciência que este momento não é o culminar de todo o esforço. Todos os momentos foram importantes e seria idiota da minha parte assumir que o momento em que descobri que estava licenciado iria representar algo melhor do que a soma disso tudo. Não, não posso fazer isso, cada momento foi muito importante e nutre a minha vida. E honestamente, já senti mais emoção ao passar a alguns exames e a resolver alguns exercícios. Não estou a exagerar, é verdade. Aquela emoção, aquele sentimento de quando estamos a tentar perceber toda a mecânica por detrás de um problema. O trabalho para encontrar todas as variáveis disponíveis e aquelas que se escondem de nós, que apenas se revelam a quem vê para além da visão. Identificar o padrão pelo qual torna mais fácil a resolução do problema. Usar a lógica e a memória para saber exactamente o que queremos e como o podemos obter e depois trabalhar nesse sentido, sentir o cérebro a trabalhar, a adrenalina a percorrer o corpo momentos antes de atingir o resultado... ai, ai... sem dúvida... já senti mais emoção a resolver alguns exercícios do que no momento em que descobri que estava licenciado.
Espero nunca esquecer que a minha licenciatura não me define, é apenas parte da minha formação. E que sou muito mais que um certificado. O meu carácter, a minha personalidade e as minhas acções é que me definem. Vou dar o melhor uso que posso à formação que tive, mas como complemento ao que já existe em mim e não como se fosse a minha única "ferramenta". Isto é algo muito importante e espero não esquecer. 

E agora faltas tu, sim... ainda me fazes falta e ainda não lidei bem com a tua morte.
Há uma pessoa que gostava que estivesse aqui, queria que ela soubesse que já passei mais uma etapa, infelizmente morreu no percurso... mais ao menos a meio da licenciatura. Ela não devia ter morrido, mas eu não posso controlar isso, pelo menos convenço-me que não pude fazer nada e isto já me ajuda a dormir. E sei que se ainda aqui estivesse... iria sorrir. Sei porque a parte dela que faz parte de mim está a sorrir. Iria me bater por ainda ter problemas a lidar com a morte dela, não foi isso que ela me ensinou... mas estas coisas levam tempo. Iria dizer que nunca teve dúvidas mas que ainda não explorei tudo que posso ser, mas que tem a certeza que não vou parar até levar tudo em mim ao limite. Como sempre, tens razão. Sorria e dizia que embora esteja contente por aquilo que fiz, nada do que fiz acrescenta ao que já sou. Obrigado por acreditares em mim, vou continuar a lutar para cumprir o que te prometi. E vou tentar compreender melhor o que me dizias: "Oh Paul...se tu visses o que vejo em ti..." Obrigado por teres estado presente na minha vida... oh, esquece o tempo verbal... nós, humanos, construímos o conceito de tempo e para alguém como tu... isso não se aplica. A tua presença é tão forte e sentida agora como foi há 10 anos atrás. Tu não serás condicionada por uma coisa tão insignificante como o tempo.

A todos que amo, sejam família, Amigos... lembrem-se que vos guardo num local onde nem o tempo nem a distância existem, no meu coração. E como tal estarão sempre comigo, em qualquer lugar, em qualquer situação.



E agora? 

Bem, agora vou continuar com o plano para 
salvar o mundo =)

20 fevereiro 2012

Lost in Space - Lighthouse family

Uma das minhas músicas favoritas. Não sei quando a ouvi pela primeira vez... mas é sem dúvida uma das músicas que mais gosto de ouvir e com um forte significado. Gosto imenso da letra, do ritmo, da forma como a música é cantada... da suavidade e calma que transmite. Bom de se ouvir nalguns momentos ;)




"i'll never lose my faith in you."

17 fevereiro 2012

Charlie Chaplin- "The Great Dictator"

The way of life can be free and beautiful. But we have lost the way.


We have developed speed but we have shut ourselves in:
machinery that gives abundance has left us in want.
Our knowledge has made us cynical,
our cleverness hard and unkind.
We think too much and feel too little:
More than machinery we need humanity;
More than cleverness we need kindness and gentleness.
Um dos melhores discursos que já ouvi.
E com lugar cativo no mp3.

15 fevereiro 2012

Cartas.

Há pouco recebi mais um mail daquele site que já tinha falado (http://www.tinyletter.com). Costumo receber todos os dias (ou quase). E costumam ser cartas muito boas. Mas hoje... hoje a carta foi especial. Talvez por ter passado por uma situação muito parecida, esta carta carregue mais significado. Depois de ler, acredito que as palavras que foram escritas não foram escritas com a mão leve ou com os olhos serenos. Foi sentida e forte. Gostei de ler. Bem, vamos lá despachar isto:

Em Junho de 1945, Arline Feynman morreu por causa da tuberculose. Esta senhora era esposa do famoso físico Richard Feynman e 16 meses depois da morte dela ele escreveu uma carta que se manteve fechada até 1988 (apenas foi aberta depois da morte dele).
Ele escreveu o seguinte:


October 17, 1946

D’Arline,

I adore you, sweetheart.

I know how much you like to hear that — but I don't only write it because you like it — I write it because it makes me warm all over inside to write it to you.

It is such a terribly long time since I last wrote to you — almost two years but I know you'll excuse me because you understand how I am, stubborn and realistic; and I thought there was no sense to writing.

But now I know my darling wife that it is right to do what I have delayed in doing, and that I have done so much in the past. I want to tell you I love you. I want to love you. I always will love you.

I find it hard to understand in my mind what it means to love you after you are dead — but I still want to comfort and take care of you — and I want you to love me and care for me. I want to have problems to discuss with you — I want to do little projects with you. I never thought until just now that we can do that. What should we do. We started to learn to make clothes together — or learn Chinese — or getting a movie projector. Can't I do something now? No. I am alone without you and you were the "idea-woman" and general instigator of all our wild adventures.

When you were sick you worried because you could not give me something that you wanted to and thought I needed. You needn’t have worried. Just as I told you then there was no real need because I loved you in so many ways so much. And now it is clearly even more true — you can give me nothing now yet I love you so that you stand in my way of loving anyone else — but I want you to stand there. You, dead, are so much better than anyone else alive.

I know you will assure me that I am foolish and that you want me to have full happiness and don't want to be in my way. I'll bet you are surprised that I don't even have a girlfriend (except you, sweetheart) after two years. But you can't help it, darling, nor can I — I don't understand it, for I have met many girls and very nice ones and I don't want to remain alone — but in two or three meetings they all seem ashes. You only are left to me. You are real.

My darling wife, I do adore you.

I love my wife. My wife is dead.

Rich.

PS Please excuse my not mailing this — but I don't know your new address.

(Source: Genius: The Life and Science of Richard Feynman; Image: Richard Feynman, via.) 


A carta está excelente e é com muito respeito e empatia que a partilho.

14 fevereiro 2012

Sandwich de sorvet com chocolate e gengibre

Inspirado por uma das imagens do post da 'Mimi, resolvi experimentar fazer algo parecido. Aproveitei  que tinha convidados em casa e fiz para eles também. Gostaram e pediram para eu repetir =) 

Temos biscoitos com pepitas de chocolate, sorvet de limão e para a cobertura derreti um pedaço de chocolate de culinária em leite de soja. Este leite de soja foi previamente aquecido com gengibre para ter outro aroma e sabor. Enquanto escrevo estou a sentir água na boca... só para terem ideia de como estava bom. 





Alguém quer?