16 dezembro 2012

Humildade ou reconhecimento?


Gostei de ver este vídeo. Não fiquei muito admirado com o gesto do presidente Obama, pelo que sei, é uma pessoa que além de ser humilde, reconhece a importância das pessoas. E por consequência, respeita as pessoas na mesma forma. O facto de se ter lembrado do guarda que estava à porta a zelar pela sua segurança, demonstra carácter. Demonstra que reconhece que aquela pessoa tem importância. Foi apenas um aperto de mão, uma simples e comum forma de saudar, mas traz uma mensagem muito importante. Uma mensagem de reconhecimento, uma mensagem que diz: "Olá, reconheço a tua importância e tenho respeito por quem és."


Já agora, pelo que pesquisei, o aperto de mãos surgiu numa época quando era habitual usar armas para defesa pessoal. Ora, para demonstrar confiança às pessoas com quem se encontravam, mostravam a mão e apertavam, mostrando que nessa mão não traziam uma arma. Não sei se é verdade, mas faz algum sentido (excepto para quem usava a mão esquerda...).


Falando em saudações, costumam cumprimentar as pessoas com um "Olá", beijo ou aperto de mão?

13 dezembro 2012

coisas.







Sonhos, desejos, objectivos, planos... são coisas importantes e excelentes "mapas" para usar na Vida. Mas são apenas isso... mapas. Não são uma visão do futuro. Da mesma forma que se seguir um mapa para chegar ao local X e encontrar uma parede não marcada no mapa, não vou parar. Vou apenas descobrir uma forma de ultrapassar essa parede. E continuar com o caminho... São importantes, pois sem um mapa, a viagem pode ser complicada e sem muito sentido. A não ser que se aplique o princípio de viajar sem planos... mas isso é outra história.


Por isso é que por vezes sofremos, pensamos que se fizermos X e Y, obtemos B e C. Na nossa cabeça parece que é assim... mas na prática... bem, já sabem o resto.




08 dezembro 2012

Um frio diferente.

Na noite de Sexta-feira para Sábado, por volta das 2am, estava a voltar para casa depois de ir a um concerto de jazz. Estava frio, não era aquele frio glaciar, não, estava apenas o frio de uma noite normal de inverno.

A determinado momento, enquanto caminhava e conversava, reparo em algo no chão que mexeu comigo. Não estou a falar daquelas emoções que se sentem no momento e depois passam... estou a falar daquelas emoções que nos dominam, que vão desenterrar os sentimentos mais profundos que possamos ter; vai até aos ossos e desfaz toda e qualquer defesa. Já vou explicar o que vi, mas antes disso queria que a imagem que vi segundos antes fique bem explicita: Várias pessoas a passear pela rua, a conversar e a passear, vá, iam na sua vida caminhando calmamente. Ok, o que vi foi tremendo e ainda hoje, enquanto estava à espera à porta do pingo doce, revi essas imagens e não pude conter algumas lágrimas. 

O que vi: enquanto passeava e caminhava, olhei para o lado e vi um sujeito deitado no chão. Embrulhado num cobertor, deitado em cima de outro cobertor que o separava do chão frio. Doeu só de ver. E iamos passando por aquelas pessoas, como se nada fosse. Tentando não fitar, tentando não olhar durante muito tempo para não "incomodar" quem lá estava deitado.

Foi quando pensei: Em que ponto das nossas vidas é que se tornou normal andar na rua e passar por pessoas a tentar dormir no chão? Como é que isto se tornou "OK", como é que algo assim se tornou aceitável na nossa rotina? De que forma é que é normal passear à noite e ver pessoas a dormir no chão, ao frio, como se fossem parte da paisagem?

Não faço ideia o que aconteceu na nossa Vida, ou que desculpas continuamos a dar à nossa consciência para acreditar que neste momento estão pessoas que podiam ser nossos irmãos, irmãs, pais, avós... a dormir no chão, sem abrigo e ainda por cima com este frio. Sem alguém... sem uma mão amiga, uma palavra de conforto, uma bebida quente para ajudar a aquecer o corpo... nada. Enquanto penso nisto sinto a minha mente a invadir-me com desculpas: "é a escolha dessas pessoas", "há instituições que tratam deles", "não os podes ajudar a todos"... mas continuam a ser desculpas e eles, eles continuam a dormir no chão. E eu continuo a lutar, a tentar fazer algo da minha vida como se fosse a minha grande batalha, o meu grande prémio por estar vivo. E quando penso neles, sinto-me tão pequeno... penso como é que posso continuar a pensar no que quero, quando vivo sem ter em conta quem precisa de ajuda. E a pergunta volta... "Em que ponto da nossa vida é que passou a ser normal passear na rua e ver pessoas a dormir no chão?"

Uma coisa que aprendi é que a vida continua. Não importa o quanto queiramos que ela abrande, não importa se desaparecemos deste lugar ou ficamos fechados nos nossos problemas... a Vida continua. Independentemente se somos bons, maus, honestos, mentirosos, orgulhosos ou altruístas... a vida continua. E para nós como para "eles" a Vida irá continuar. Mas penso, será que não podiamos fazer algo, ajudar de alguma forma? Nem que fosse tornar isto algo inaceitável, algo tão revoltante como a violência doméstica. Algo que nos deixasse zangados, revoltados... e que não fosse mais uma coisa normal da nossa sociedade. Que não fosse uma paisagem "natural" na noite. Fico a pensar nisto enquanto adormeço, quando paro por uns segundos e relaxo... são pensamentos e imagens que regressam à minha mente. E volta a pergunta que ainda não sei responder:


Em que ponto da nossa vida, se tornou normal ver pessoas a dormir na rua e continuar com o nosso caminho. Como se estivessemos a passar por uma árvore?

06 dezembro 2012

26 novembro 2012

boa semana

Bom dia a todos =)

Espero que o fim de semana tenha sido bem passado.


Ia dizer para aproveitarem bem a semana... para agarrar cada momento, mas hey... isso já toda a gente sabe.


Sejam felizes. Só isso, façam o que vos faz feliz. E senão sabem o que é, não importa, fica a aventura para descobrir o que é. E é uma aventura que vale bem a pena participar.


Boa semana e sorriam =)

23 novembro 2012

Força pah =)

Mais e mais CV's, mais e mais cartas de apresentação. Outras tantas cartas de motivação. Em breve também devem querer cartas de referência...
Isto tudo associado à forma como e quando nos apresentamos.



Por aqui tem sido assim...


Estou a ver que além da formação em Química, deveria ter tirado um curso em marketing e/ou design. Mas fazemos o que podemos, com o que temos, onde estamos. Não tirei um curso em design, mas como Químico sou um designer molecular; não tenho formação académica em marketing, mas como Químico, percebo bem como criar e manter ligações. 
 
Repetindo o que alguém disse: "Temos que fazer o que podemos, com o que temos, onde estamos."

E como a minha família me ensinou: 
"Se tens energia para te queixares e resmungar... então ainda tens força para continuar a lutar. Deixa-te de desculpas e faz alguma coisa."

17 novembro 2012

mais burgers =P



Ontem foi noite de vegan-burgers =P


Batatas fritas com bean-burgers e coca-cola. Sim eu sei que coca-cola e batata frita não são das coisas mais saudáveis, ainda por cima quando estou a treinar para recuperar o 6-pack... maaaaassssss, foi para saborear um pouco estas coisas. De vez em quando também é bom.

14 novembro 2012

chocolate com nozes.


Finalmente já preparei chocolate com nozes. Tinha saudades de comer chocolate com nozes e como não encontrava, fiz eu =P

Derreti o chocolate com coca-cola e café. Depois misturei as nozes e deixei arrefecer =)

Está uma maravilha, na próxima vou tentar com raspa de casca de laranja =)