07 agosto 2014
31 julho 2014
remember.
Remember me? Yeah, it's me, or at least a message from me =P
I'm writing this message and i will send it to the future. Yes, the future because when you read this, know that i wrote it a long time ago. So i do not know how i will be when you read this (sounds confusing, i know). Anyway, just to remember you to keep fighting. Keep up the good fight. Don't give up. Don't give in. Give them a fight that they will never forget. Stay strong. Be happy and live free.
Take care, Paul.
I'm writing this message and i will send it to the future. Yes, the future because when you read this, know that i wrote it a long time ago. So i do not know how i will be when you read this (sounds confusing, i know). Anyway, just to remember you to keep fighting. Keep up the good fight. Don't give up. Don't give in. Give them a fight that they will never forget. Stay strong. Be happy and live free.
Take care, Paul.
30 julho 2014
Human
Bravo, bravo. Muito bem Christina, excelente trabalho. Adorei a letra.
Bem haja por esta música.
26 julho 2014
Não matarás.
Não acham estranho, no mínimo, ser necessário uma lei para indicar que o homicídio é crime? Que matar é mau?
Eu acho estranho e faz confusão. Sim, podem dizer que se não houvesse uma lei assim, as pessoas eram livres de matar a qualquer justificação. Mas... porque é que tem que ser algo imposto de fora para dentro. Pela "sociedade" para o indivíduo? Deveria ser o contrário. Ser de dentro para fora. Partir do indivíduo para o grupo, a sociedade. Devia ser cultivado o respeito pela Vida e assim não seria necessário impor de fora para dentro leis como esta. O que leis assim, dizem de nós?
Ou talvez, numa forma mais simples, como se explica a alguém que não é da Terra, porque precisamos de uma lei para impedir que uma pessoa mate outra.
Talvez a resolução de alguns problemas não passe por criar mais formas de penalização, ou aumentar as já existentes... mas sim ir à fonte e lidar com o problema de onde ele surge. Em cada individuo. Menos penalizações e mais cultivo de uma mente pacífica e repleta de compaixão.
Bom fim de semana.
Eu acho estranho e faz confusão. Sim, podem dizer que se não houvesse uma lei assim, as pessoas eram livres de matar a qualquer justificação. Mas... porque é que tem que ser algo imposto de fora para dentro. Pela "sociedade" para o indivíduo? Deveria ser o contrário. Ser de dentro para fora. Partir do indivíduo para o grupo, a sociedade. Devia ser cultivado o respeito pela Vida e assim não seria necessário impor de fora para dentro leis como esta. O que leis assim, dizem de nós?
Ou talvez, numa forma mais simples, como se explica a alguém que não é da Terra, porque precisamos de uma lei para impedir que uma pessoa mate outra.
Talvez a resolução de alguns problemas não passe por criar mais formas de penalização, ou aumentar as já existentes... mas sim ir à fonte e lidar com o problema de onde ele surge. Em cada individuo. Menos penalizações e mais cultivo de uma mente pacífica e repleta de compaixão.
Bom fim de semana.
21 julho 2014
15 julho 2014
anúncios e afins
Why we take so much care to who cuts our hair or take care of our nails... but care nothing about who feeds or what is fed to our soul, heart and unconscious.
Somos bombardeados diariamente com anúncios, tanto na tv como na rádio... aliás, em quase qualquer parte hoje em dia. Cada anúncio, cada relato... tudo isto é um tipo de influência. Talvez um pouco mais subtil e claro, sem nunca mostrar tudo que se pretende, para que o nosso cérebro possa preencher cada meticulosa falha e desta forma podermos assumir que as ideias que geramos, são de facto nossas. Quando na realidade apenas preenchemos os espaços vazios com o quer era esperado.
Todos os dias. Cada momento que passa é repleto com informação, especialmente para quem vê tv ou ouve rádio. Cuidado, não estou a dizer que o façam, claro. Mas prestem atenção à informação que recolhem. Ainda se lembram que anúncios viram no intervalo daquilo que estavam a ver? Não? Acreditem que o vosso cérebro viu e armazenou na memória. Isto claro, se o anúncio passar várias vezes. Mas os anúncios nunca tendem a ser repetitivos, certo? Nunca passa o mesmo anúncio vezes e vezes sem conta. Por exemplo, como se houvesse alguém na sociedade "desenvolvida" que já não conhecesse o que é o MacDonalds... até reconhecem o logo numa noite escura. Mas mesmo assim continuam a publicitar vezes e vezes sem conta. Porque será?
Agora, mesmo que não concordem com estas ideias. Entretenham-me durante uns momentos. Imaginem que são mesmo verdade e concordam que estamos de facto a ser constantemente influenciados a comprar x ou y. Voltem uns anos atrás, até à vossa infância. Lembram-se de ver tv? Se já há algum tempo que estão por cá... de certo que já passaram serões ou manhãs a ver filmes e séries diversas. Com anúncios pelo meio. E ar
éramos tão novos que nem imaginávamos que talvez os anúncios e os mesmos filmes/séries estavam a criar em nós algo... a depositar condições ou expectativas. Aliás, permitam-me expandir esta ideia aos livros e manuais escolares, pois seria injusto se eu não o fizesse. Retomando. Estes livros, filmes, séries, músicas e anúncios quando são expostos a uma mente que não se apercebe do que está a acontecer, pode estar a sofrer a imposição de condições. Observando formas de lidar com situações ou como é esperado agir em determinadas situações, levando-o a tomar uma decisão numa situação onde poderia optar por inúmeras situações paralelas. Mas devido a imposições observadas anos e anos atrás, que se enraizaram no subconsciente e agora não se destingem do que é da pessoa ou do que é imposto por um filme ou livro.
Mas isto também leva ao que é na realidade mesmo nosso ou imposto. Mas nisto apenas digo que devemos ser senhores do leme e escolher o que permitimos que nos influência. E não ficarmos à maré daquilo que os outros consideram correcto.
Mas isto também leva ao que é na realidade mesmo nosso ou imposto. Mas nisto apenas digo que devemos ser senhores do leme e escolher o que permitimos que nos influência. E não ficarmos à maré daquilo que os outros consideram correcto.
Tenho mesmo saudades de escrever por aqui...
07 julho 2014
Confusão de termos que causam chatices em restaurantes.
Já por várias vezes que em cantinhas e restaurantes reparo uma clara confusão entre o termo "vegetariano" e "ovolactovegetariano" e isto para quem é vegetariano é complicado.
Ao escolhermos uma ementa ou ao optar por um restaurante que se designa por vegetariano, assumimos que possuem pratos aptos para vegetarianos. A situação torna-se complicada, quando descobrem que têm uma designação do termo "vegetariano" errada.
Como tal, espero que isto ajuda algumas pessoas e por favor, espalhem a correcção.
Vegetariano: O que ou quem exclui da dieta todos os alimentos de origem animal e derivados. Incluindo o leite e ovos.
Ovolactovegetariano: O que ou quem exclui da dieta todos os alimentos de origem animal à excessão de leite (e derivados) e ovos.
Vegano (ou Vegan): O que ou quem adopta uma dieta vegetariana e aplica os mesmos princípios ao dia-a-dia. Não comprando/usando roupa ou artigos em pele ou de qualquer origem animal e não usando produtos que foram testados em animais (cosméticos, medicamentos...).
Estes são os três que considero mais críticos, pois já tive que por várias vezes confirmar se na realidade os pratos que iam ser servidos eram vegetarianos ou ovolactovegetarianos.
Eu compreendo que para muitos estes "pormenores" possam parecer irrelevantes. Mas acreditem que não o são. Para um vegetariano descobrir a meio da refeição que está a comer algo com leite ou ovos, é como para uma pessoa com uma alimentação "comum" descobrir a meio da refeição que está a comer cão. Podiam dizer-vos "Qual é o problema? É tudo carne..." mas sabem bem que não é assim. Pelo menos não na nossa cultura. Acreditamos que isso está errado e como tal, não iríamos gostar de estar a comer carne de cão quando pedimos porco ou coelho. Da mesma forma para um vegetariano, descobrir a meio da refeição que afinal a sua comida tem leite ou ovo, é ofensivo e repulsante. Sem falar que é uma tremenda falta de respeito pelo cliente, tanto pela sua ideologia como, em muitos casos, pela sua saúde, pois há pessoas que podem correr risco de vida caso consumam leite ou ovos. Daí ter escrito esta publicação, de forma a que as pessoas fiquem informadas e quando repararem que uma ementa com prato vegetariano, seja MESMO vegetariano.
Fiquem bem.
Ao escolhermos uma ementa ou ao optar por um restaurante que se designa por vegetariano, assumimos que possuem pratos aptos para vegetarianos. A situação torna-se complicada, quando descobrem que têm uma designação do termo "vegetariano" errada.
Como tal, espero que isto ajuda algumas pessoas e por favor, espalhem a correcção.
Vegetariano: O que ou quem exclui da dieta todos os alimentos de origem animal e derivados. Incluindo o leite e ovos.
Ovolactovegetariano: O que ou quem exclui da dieta todos os alimentos de origem animal à excessão de leite (e derivados) e ovos.
Vegano (ou Vegan): O que ou quem adopta uma dieta vegetariana e aplica os mesmos princípios ao dia-a-dia. Não comprando/usando roupa ou artigos em pele ou de qualquer origem animal e não usando produtos que foram testados em animais (cosméticos, medicamentos...).
Estes são os três que considero mais críticos, pois já tive que por várias vezes confirmar se na realidade os pratos que iam ser servidos eram vegetarianos ou ovolactovegetarianos.
Eu compreendo que para muitos estes "pormenores" possam parecer irrelevantes. Mas acreditem que não o são. Para um vegetariano descobrir a meio da refeição que está a comer algo com leite ou ovos, é como para uma pessoa com uma alimentação "comum" descobrir a meio da refeição que está a comer cão. Podiam dizer-vos "Qual é o problema? É tudo carne..." mas sabem bem que não é assim. Pelo menos não na nossa cultura. Acreditamos que isso está errado e como tal, não iríamos gostar de estar a comer carne de cão quando pedimos porco ou coelho. Da mesma forma para um vegetariano, descobrir a meio da refeição que afinal a sua comida tem leite ou ovo, é ofensivo e repulsante. Sem falar que é uma tremenda falta de respeito pelo cliente, tanto pela sua ideologia como, em muitos casos, pela sua saúde, pois há pessoas que podem correr risco de vida caso consumam leite ou ovos. Daí ter escrito esta publicação, de forma a que as pessoas fiquem informadas e quando repararem que uma ementa com prato vegetariano, seja MESMO vegetariano.
Fiquem bem.
06 julho 2014
pratos.
Qual é a ideia de ter um jogo de louça todo
igual? Qual é a parte interessante disso? Olha o meu prato é exactamente
igual ao teu... e aos outros 10... copos idem aspas... ou meias...
olha, consegui calçar duas meias da mesma cor, yay para mim.
Este hábito de querer tudo igual numas situações é importante... mas há assuntos onde só importa que a função seja cumprida, independentemente da cor ou desenho impresso. Penso que torna as coisas mais interessantes. É isso que as diferenças trazem. Mudança.
Ando, aos poucos, a criar uma espécie de jogo de louça. Não por mim, bastam-me dois pratos, mas pelos amigos que vou recebendo. Daí ter abordado este assunto e quando procuro jogos de louça, vejo tudo igual... bah. Quero jogos de louça totalmente diferentes. Originais, simples e diferentes entre si.
Pelo que estou a ver vou ter que comprar prato a prato... mas que seja =)
Este hábito de querer tudo igual numas situações é importante... mas há assuntos onde só importa que a função seja cumprida, independentemente da cor ou desenho impresso. Penso que torna as coisas mais interessantes. É isso que as diferenças trazem. Mudança.
Ando, aos poucos, a criar uma espécie de jogo de louça. Não por mim, bastam-me dois pratos, mas pelos amigos que vou recebendo. Daí ter abordado este assunto e quando procuro jogos de louça, vejo tudo igual... bah. Quero jogos de louça totalmente diferentes. Originais, simples e diferentes entre si.
Pelo que estou a ver vou ter que comprar prato a prato... mas que seja =)
29 junho 2014
Be at peace with your self.
“Nothing,
to my way of thinking, is a better proof of a well ordered mind than a
man’s ability to stop just where he is and pass some time in his own
company.”
— Seneca, Letters From a Stoic
28 junho 2014
há 3 anos...
Não sei o que o Paul de há 3 anos estava a passar. Honestamente já não me recordo... mas fico contente por ter escrito isto:
Tu consegues fazer
isto. Escava mais fundo ser for preciso...Não desistas. Não cedas. Não
importa o quanto está a doer. Continua a empurrar....continua a lutar.
Se caíres, levanta-te. Desvia-te dos socos. Salta se for preciso, morde,
rasga, puxa, empurra, LUTA. Mas não desistas. Não importa o que
te atiram à cara, não importa o quanto te tentam arrastar para o fundo.
Não importa o quanto está a doer. Continua a lutar. Tu sabes porque
estás aqui. Tu não és quem as pessoas querem que tu sejas. Não és o que
eles dizem que és. Tu sabes disso. Não é preciso dizer-te. Apenas é
preciso lembrar-te.
E lembra-te do ditado que diz que por vezes a coragem não é aquele RUGIDO que faz tudo tremer...por vezes a coragem é aquela suave voz no canto da tua mente que te diz: "Vá lá, fizeste o teu melhor. Amanhã tentas outra vez."
E não te atrevas a desistir. Nunca. Nunca. Nunca."
- http://zenchemistry.blogspot.pt/2011/07/keep-fighting.html
É bom ler algumas publicações antigas. Na altura em que as escrevi, era para momentos exactamente como este. Tornando-se assim em verdadeiras mensagens enviadas através do tempo. Que bastou ao Paul do passado escrever e ao Paul atual (eu) esperar.
Eu sei que não é preciso... mas bem haja =)
"Keep fighting.
E lembra-te do ditado que diz que por vezes a coragem não é aquele RUGIDO que faz tudo tremer...por vezes a coragem é aquela suave voz no canto da tua mente que te diz: "Vá lá, fizeste o teu melhor. Amanhã tentas outra vez."
E não te atrevas a desistir. Nunca. Nunca. Nunca."
- http://zenchemistry.blogspot.pt/2011/07/keep-fighting.html
É bom ler algumas publicações antigas. Na altura em que as escrevi, era para momentos exactamente como este. Tornando-se assim em verdadeiras mensagens enviadas através do tempo. Que bastou ao Paul do passado escrever e ao Paul atual (eu) esperar.
Eu sei que não é preciso... mas bem haja =)
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