14 janeiro 2015
Own your decisions.
20 dezembro 2014
A time to look inside and ask big questions.
Não estou a dizer que communication is useless...
Ok, sem misturas. Embora que as misturas permitam encontrar formas mais adequadas ao que se pretende comunicar. ...
A linguagem. É algo útil e algo que nos permite comunicar. Isto é bom. É usada para expressar o que sentimos e pensamos. E o que pensamos pode ser ilimitado. A nossa mente, a nossa imaginação só conhece os limites que criamos, consciente ou inconscientemente. Ou seja, sendo a nossa mente um recurso ilimitado e a linguagem é uma forma de mostrar... expressar/comunicar o que pensamos. Estamos então a usar algo limitado para expressar algo ilimitado. E isto cria problemas. E cada vez mais sinto que a limitação da linguagem dificulta o desenvolvimento e partilha de ideias. A história de Babel começa a fazer muito sentido. A falta de uma forma de comunicar que esteja ao nível e ritmo dos nossos pensamentos cria confusão. Abranda a evolução cognitiva e social. Como podemos comunicar com outra pessoa, sabendo que a forma que usamos para comunicar é ineficaz em transmitir tudo que queremos passar. Sem contar que, a linguagem ao ser expressa já perde informação e depois quem a recebe, perde mais informação pois interpreta a comunicação que recebeu de acordo com a sua percepção da linguagem e isto é... caótico. Por vezes fico espantado como muitas ideias são capazes de ser correctamente explicadas.
A comunicação não agressiva, algo que reconheço a importância é uma excelente ferramenta. Contudo também é limitada, mas melhor do que aquilo que agora se pratica.
Mas é preciso mais. Talvez só palavras não cheguem. Talvez seja necessário usar várias línguas em conjunto para podermos expressar o que realmente pensamos. Talvez o Ego deva ser abolido quando comunicamos e quando ouvimos. Talvez tenha que se criar uma simbiose entre o oral, gestual... não sei. Ainda estou a pensar nisso. Podemos enriquecer o nosso vocabulário, mas nunca será suficiente. Apenas será melhor. E apenas por isso já vale a pena... mas mesmo assim, a pergunta perdura... Como podemos garantir que tudo que pensamos pode ser exactamente expresso a outros? Com Arte? é necessária: Interpretação. Música? Dança? Interpretação. Artes Marciais, Parkour? Interpretação.
bah. E ainda nem vou começar na limitação do corpo para acompanhar o ritmo das ideias. Enquanto falamos, este processo físico é linear e preso no tempo. Existe um antes, um agora e um depois. Enquanto o pensamento flui em todas as dimensões. O pensamento pode ser linear ou não. Pode estar preso no agora... ou com prática é livre do tempo. São pensamentos, não são acções físicas. Logo a dimensão "tempo" não se aplica. Podemos passar fisicamente um minuto parados a olhar para uma gota de orvalho e no pensamento criamos civilizações e diversas realidades paralelas. Na mente o tempo é irreal. Apenas gostamos de acreditar que é real, porque trabalhamos muito por analogias. Pensamos de forma análogo como vemos o mundo. Isso ajuda, mas também limita. E desta limitação, as ideias são criadas, igualmente limitadas logo na raiz. Isto porque limitamos o que pensamos à realidade que vemos fisicamente. E quando fazemos isto, estamos a condicionar todas as realidades que podem ser possíveis. Estamos a cegar-nos para um futuro, não concebível com o que existe agora, mas quando estamos livres do que é agora... ficamos livres para tudo que pode ser. bahh... novamente, estes dedos... estas cordas vocais são insuficientes para expressar tudo que satura o meu cérebro. Quero colocar tudo cá fora. Expressar tudo... mas como, quando a linguagem e o tempo são condicionantes? Devo simplesmente deitar tudo em papel e esperar que um dia, haja alguém que faça sentido disto tudo? Ou passar mais tempo a adquirir capacidades e conhecer melhor as pessoas para compreender a melhor forma de expressar ideias? Ou devo tomar outro caminho. Um mais iterativo? Atira o barro à parede e depois trabalha a partir daí?
...
ah... escolhas, escolhas, escolhas...
Tenham um bom dia.
Paul
03 outubro 2014
What is a man?
04 setembro 2014
Prioridades.
Eu não pretendo julgar ou apontar defeitos, apenas pretendo chamar a atenção ou fazer pensar no assunto, pelo menos. Dito isto posso começar.
Quantas pessoas sabem o tempo que conseguem correr à velocidade máxima, até não aguentarem mais?
Quanto tempo aguentam sem respirar?
Como respirar corretamente de acordo com a temperatura do meio ambiente e/ou da situação em que se encontram?
Quando têm fome, que tipo de alimento está o corpo a pedir, hidratos, proteínas, gordura, açucares simples?
Quantas pessoas conhecem todas as sensações que o nosso corpo/mente pode sentir? Ou ficamos apenas pelo comer,dormir e sexo?
E agora, quantas pessoas sabem quem ganhou o mundial? Quem foram as pessoas que tiveram as fotos privadas expostas ao público? Como está a decorrer a ''série do momento"?
Eu não sei... posso estar a exagerar. Mas enquanto caminhava do laboratório até casa pensei sobre isto, que há assuntos que deviamos saber pois o nosso bem estar ou até a nossa vida pode depender desse conhecimento que temos. Este é o nome corpo, é onde vamos ''passar'' a nossa vida. Deviamos conhece-lo bem. Muito bem. Assim como a nossa mente. Deviamos ser críticos o suficiente para saber como pensamos, onde estão as fraquezas, onde deslizamos e também onde somos reis.
Mas mesmo assim, usamos o PRECIOSO tempo em coisas que não ajudam muito no nosso desenvolvimento. Dormimos demais, descansamos pouco, muito pouco. Deixamos a moda/anúncios e afins ditar como, quando e o que devemos fazer para relaxar. Permitimos que a t.v. nos diga o que é saudável comer. E o que fazemos, diáriamente, para sermos o melhor que podemos ser? Para sermos conscientes do que fazemos e pensamos.
Já imaginaste todo o potêncial que tens, tudo que está contido dentro de ti... fechado. Estás à espera de algum momento especial para o expressares? Para te expressares? Talvez ''amanhã'' pois amanhã sempre será outro dia... (sabes bem que te estás a enganar com o amanhã, o amanhã é uma desculpa para o que não queremos enfrentar agora).
Imagina por uns momentos, imagina que tens um potêncial dentro de ti capaz de fazer coisas que consideras impossivel. Imagina que consegues realizar sonhos que já tiveste. Imagina que és capaz de fazer tudo que realmente queres fazer?
Imagina que não tens que imaginar tudo isto e que isto tudo é mesmo verdade. O que vais agora em relação a isso?
Sê feliz.
Paul
26 agosto 2014
Why do you Persist?
Neo: Because I choose to.
21 agosto 2014
07 agosto 2014
31 julho 2014
remember.
I'm writing this message and i will send it to the future. Yes, the future because when you read this, know that i wrote it a long time ago. So i do not know how i will be when you read this (sounds confusing, i know). Anyway, just to remember you to keep fighting. Keep up the good fight. Don't give up. Don't give in. Give them a fight that they will never forget. Stay strong. Be happy and live free.
Take care, Paul.
30 julho 2014
Human
Bravo, bravo. Muito bem Christina, excelente trabalho. Adorei a letra.
Bem haja por esta música.
26 julho 2014
Não matarás.
Eu acho estranho e faz confusão. Sim, podem dizer que se não houvesse uma lei assim, as pessoas eram livres de matar a qualquer justificação. Mas... porque é que tem que ser algo imposto de fora para dentro. Pela "sociedade" para o indivíduo? Deveria ser o contrário. Ser de dentro para fora. Partir do indivíduo para o grupo, a sociedade. Devia ser cultivado o respeito pela Vida e assim não seria necessário impor de fora para dentro leis como esta. O que leis assim, dizem de nós?
Ou talvez, numa forma mais simples, como se explica a alguém que não é da Terra, porque precisamos de uma lei para impedir que uma pessoa mate outra.
Talvez a resolução de alguns problemas não passe por criar mais formas de penalização, ou aumentar as já existentes... mas sim ir à fonte e lidar com o problema de onde ele surge. Em cada individuo. Menos penalizações e mais cultivo de uma mente pacífica e repleta de compaixão.
Bom fim de semana.
